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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.


EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Foto cedida pelo governo turco. EFE
Foto cedida pelo governo turco. EFE

Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da Turquia, país alinhado com Washington dentro da Otan.

Erdogan disse que não precisa de permissão para conduzir a operação militar e que esta continuará até que esteja terminada, em referência ao pedido dos EUA para que tenha uma duração limitada.

"Eu pergunto aos EUA: quando estarão prontos no Afeganistão e no Iraque", disse Erdogan durante um discurso na Câmara de Indústria de Ancara.

O presidente turco apontou que as YPG não lutam pelos curdos, mas pelos "poderes que têm planos para a região" e afirmou que a Turquia não tem interesses territoriais no norte da Síria.

Erdogan prometeu que esta operação, denominada "Ramo de Oliveira", terá o mesmo efeito que a missão "Escudo do Eufrates", iniciada contra Estado Islâmico em agosto de 2016.

"Controlamos 2 mil quilômetros quadrados no norte da Síria e 10 mil sírios voltaram para lá (desde a Turquia). O mesmo acontecerá em Afrin. Os sírios que estão no nosso país terão a oportunidade de retornar aos seus lares", prometeu.

O governo turco informou hoje que suas tropas não sofreram abaixas até agora.

A operação militar se diversificou hoje com a abertura de uma nova frente na região de Azez, ao nordeste de Afrin, informou a agência "Anadolu".

Até agora, soldados turcos junto a milícias aliadas do Exército Livre da Síria (ELS) tinham atacado o oeste do enclave de Afrin, avançando desde a zona fronteiriça com a Turquia. O exército turco avançou quase oito quilômetros e já controla 11 povoados.


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