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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

Este sistema de defesa antiaérea russo não tem análogos nos EUA

O sistema de defesa antiaérea russo Pantsir-S, considerado a arma ideal para repelir ataques massivos com drones, não tem análogos nos EUA, sublinha Sebastien Roblin em seu artigo para a revista The National Interest.


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O Pantsir, também conhecido como SA-22 Greyhound na OTAN, provém da linha de armas da era soviética destinada para proteger batalhões de tanques de ataques aéreos, começando com o veículo blindado ZSU-23-4 Shilka, construído com base no chassi do tanque anfíbio PT-76.


Sistema antiaéreo russo Pantsir-S1
Pantsir S1 © Sputnik/ Evgeny Biyatov

Durante o conflito na Síria, estes complexos atacaram repetidamente vários mísseis e drones. Assim, em dezembro do ano passado derrubaram dois mísseis disparados contra a base aérea de Hmeymim, frisou Roblin.

O Pantsir passou por várias transformações desde o seu primeiro protótipo de 1995 com diferentes configurações de chassi e radar para caminhões Kamaz 6560, que necessita de uma tripulação de três pessoas.

A arma pode funcionar independentemente e pode utilizar uma bateria completa subordinada ao controle de um posto de comando ou a uma unidade de radar mais potente, da qual os veículos podem receber a ordem de disparar.

O sistema antiaéreo pode detectar aeronaves a uma distância de 35 quilômetros, utilizando o seu radar de busca eletrônica passiva. Além disso, possui uma torre de vigilância ótico-eletrônica com múltiplos sistemas de imagens que incluem um canal térmico como sensor de apoio.

Esta arma é capaz de disparar até quatro mísseis contra dois ou três alvos ao mesmo tempo, com somente 1,5 segundos entre cada disparo. Alcança alvos com até 19 quilômetros de distância e até 15 mil metros de altura. Se os mísseis não conseguem aniquilar o objetivo, o Pantsir pode atacar com canhões de 30 milímetros de rápido ataque que ficam em sua torre rotativa.

Atualmente, o exército dos EUA não dispõe de um sistema de defesa antiaérea de curto alcance tão potente como o Pantsir, destaca o artigo.

Segundo Roblin, as forças terrestres norte-americanas sempre contavam com sua Força Aérea para limpar o céu de ameaças aéreas, enquanto o exército russo não descarta que suas tropas terrestres possam ser alvo de ataques aéreos, por isso desenvolveram uma grande variedade de sistemas de defesa antiaérea.


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