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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

EUA dão luz verde a Israel para eliminar lendário general iraniano, diz mídia

Os serviços de inteligência norte-americanos deram luz verde a Israel para eliminar o general iraniano Qassem Soleimani, informou a mídia israelense.


Sputnik

Durante os últimos 20 anos o general encabeça a Força Quds — unidade do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica iraniano especializada em operações militares e secretas no exterior.


Os policiais israelenses protegem a área onde um palestino esfaqueou dois judeus israelenses antes que ele foi morto a tiros fora da Cidade Velha de Jerusalém.
Policiais israelenses na cidade velha de Jerusalém © REUTERS/ Ronen Zvulun

Soleimani liderou as operações militares no Líbano, na Síria e no Iraque. Segundo a mídia, o general é uma figura-chave que tem apoiado o presidente da Síria, Bashar Assad, na luta contra os grupos rebeldes durante a guerra civil.

Além disso, o oficial presta assistência aos movimentos libanês Hezbollah e palestino Hamas, ambos considerados terroristas em Israel.

Há três anos, os militares israelenses estiveram a ponto de eliminar Qassem Soleimani, informa o portal israelense The Times of Israel, mas o governo norte-americano travou seus aliados. Naquele tempo a administração Obama tinha como objetivo estabelecer um acordo nuclear com o Irã e, por isso, optou por fechar os olhos às atividades de supostas organizações terroristas apoiadas pelo Irã, segundo fontes citadas pela mídia israelense.

O povo iraniano considera o general Soleimani uma das principais figuras na guerra Irã-Iraque, após a qual ele passou a liderar o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, organização militar de elite iraniana, que lutou contra o terrorismo na Síria e Iraque.

Agora, as administrações norte-americana e israelense partilham a mesma posição em relação ao Irã. Mais cedo, a imprensa divulgou informações de que os EUA e Israel assinaram um memorando de entendimento conjunto que estabeleceu as bases para uma cooperação destinada à contenção da influência iraniana no Oriente Médio, nomeadamente no que se refere ao seu programa de mísseis, programa nuclear e outras atividades.

A fonte, citada pela mídia israelense, indica que o assassinato de Soleimani corresponderia aos interesses de ambos os países e que as autoridades dos EUA teriam dado luz verde para que Israel o levasse a cabo.


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