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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

EUA podem passar a usar aviões de produção brasileira para combater Daesh?

Washington está considerando a possibilidade de utilizar aviões baratos nas operações no Oriente Médio, enquanto os caças mais recentes serão encarregados de conter as ameaças na Europa e Ásia.


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Como destaca o jornal The Wall Street Jornal, se referindo a fontes no Pentágono e no Congresso dos EUA, Washington opta cada vez mais frequentemente pelos caças de alta tecnologia como, por exemplo, os F-22 ou F-35. O custo de cada um destes caças é avaliado em 150 milhões de dólares (quase R$ 480 milhões), enquanto os gastos para uma hora de voo — 35 mil de dólares (cerca de R$ 112 mil).


A-29 Super Tucano, foto de arquivo
Embraer A-29 Super Tucano | CC0 / Departamento de Defesa dos EUA

Os especialistas no Congresso apelam ao Pentágono a revisar a estratégia de usar caças caros para atacar posições de terroristas que são apenas um conglomerado de tendas no ar livre. Estes caças, segundo especialistas, podem ser usados com mais eficácia para a "contenção" das ameaças na Europa e Ásia.

Como alternativa se propõe usar aviões mais baratos, como, por exemplo, os caças de assalto leves Super Tucano de produção brasileira, que os EUA compram para as Forças Armadas do Afeganistão, afirmou a fonte do Pentágono.

Está sendo considerada uma variante de aviões a jato baratos e duas variantes de aviões a turboélice para as operações no Oriente Médio. O custo de um desses aviões é avaliado em 20 milhões de dólares (R$ 64 milhões) e uma hora de voo custa apenas 500 dólares (R$ 1.600) para aviões a turboélice e 3 mil (R$ 9.600) para os a jato.

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea estadunidense, David L. Goldfein, declarou que os militares escolherão o modelo de avião adequado para as operações no Oriente Médio já este ano. No entanto, segundo estimativas de responsáveis militares, o dinheiro para a compra dos aviões será alocado apenas no orçamento do ano que vem.

Deverá igualmente ser proposto aos aliados dos EUA a compra de novos aviões, de maneira a criar esquadrilhas internacionais para combater os terroristas.

O Pentágono espera que a utilização de equipamentos mais baratos estimule os aliados na Europa e América Latina na luta contra os terroristas. Segundo o jornal, Goldfein já negociou a possibilidade de criação destas esquadrilhas durante o encontro com os aliados da coalizão antiterrorista, contudo Washington ainda não apresentou a iniciativa oficialmente.

Se os aliados não quiserem comprar aviões norte-americanos eles podem contribuir cedendo pilotos para os aviões que estão no serviço da Força Aérea dos EUA. Este passo é destinado para diminuir o problema da falta de pilotos nos próprios EUA, afirmou um dos interlocutores do The Wall Street Journal.


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