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Israel realiza novos bombardeios na Faixa de Gaza após queda de foguete

Aviação israelense atacou instalações subterrâneas em Gaza. Foguete disparado de Gaza caiu em cidade israelense sem causar vítimas.
France Presse

Aviões de guerra israelenses realizaram novos ataques na madrugada desta segunda-feira (19) na Faixa de Gaza, onde a tensão foi reduzida, mas sem dissipar todo o fantasma de um novo confronto.

A aviação israelense atacou instalações subterrâneas no sul do território do movimento palestino Hamas, afirmou em um comunicado.

Israel respondeu assim ao disparo de um foguete lançado no domingo à noite a partir da Faixa de Gaza - o segundo em 24 horas - e que caiu sem causar vítimas nas proximidades de Sderot, cidade israelense perto do enclave palestino.

O exército de Israel manteve sua política de resposta sistemática a qualquer intervenção hostil a partir dos territórios palestinos, onde travou três guerras contra o Hamas e grupos armados palestinos aliados desde 2008.

Israel usará "todos os meios à sua disposição" para garantir a segurança d…

EUA podem passar a usar aviões de produção brasileira para combater Daesh?

Washington está considerando a possibilidade de utilizar aviões baratos nas operações no Oriente Médio, enquanto os caças mais recentes serão encarregados de conter as ameaças na Europa e Ásia.


Sputnik

Como destaca o jornal The Wall Street Jornal, se referindo a fontes no Pentágono e no Congresso dos EUA, Washington opta cada vez mais frequentemente pelos caças de alta tecnologia como, por exemplo, os F-22 ou F-35. O custo de cada um destes caças é avaliado em 150 milhões de dólares (quase R$ 480 milhões), enquanto os gastos para uma hora de voo — 35 mil de dólares (cerca de R$ 112 mil).


A-29 Super Tucano, foto de arquivo
Embraer A-29 Super Tucano | CC0 / Departamento de Defesa dos EUA

Os especialistas no Congresso apelam ao Pentágono a revisar a estratégia de usar caças caros para atacar posições de terroristas que são apenas um conglomerado de tendas no ar livre. Estes caças, segundo especialistas, podem ser usados com mais eficácia para a "contenção" das ameaças na Europa e Ásia.

Como alternativa se propõe usar aviões mais baratos, como, por exemplo, os caças de assalto leves Super Tucano de produção brasileira, que os EUA compram para as Forças Armadas do Afeganistão, afirmou a fonte do Pentágono.

Está sendo considerada uma variante de aviões a jato baratos e duas variantes de aviões a turboélice para as operações no Oriente Médio. O custo de um desses aviões é avaliado em 20 milhões de dólares (R$ 64 milhões) e uma hora de voo custa apenas 500 dólares (R$ 1.600) para aviões a turboélice e 3 mil (R$ 9.600) para os a jato.

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea estadunidense, David L. Goldfein, declarou que os militares escolherão o modelo de avião adequado para as operações no Oriente Médio já este ano. No entanto, segundo estimativas de responsáveis militares, o dinheiro para a compra dos aviões será alocado apenas no orçamento do ano que vem.

Deverá igualmente ser proposto aos aliados dos EUA a compra de novos aviões, de maneira a criar esquadrilhas internacionais para combater os terroristas.

O Pentágono espera que a utilização de equipamentos mais baratos estimule os aliados na Europa e América Latina na luta contra os terroristas. Segundo o jornal, Goldfein já negociou a possibilidade de criação destas esquadrilhas durante o encontro com os aliados da coalizão antiterrorista, contudo Washington ainda não apresentou a iniciativa oficialmente.

Se os aliados não quiserem comprar aviões norte-americanos eles podem contribuir cedendo pilotos para os aviões que estão no serviço da Força Aérea dos EUA. Este passo é destinado para diminuir o problema da falta de pilotos nos próprios EUA, afirmou um dos interlocutores do The Wall Street Journal.


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