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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

EUA têm planos obscuros para o norte da Síria, diz mídia

Washington planeja tomar "medidas concretas" para reconhecer diplomaticamente a região ao leste do rio Eufrates controlada pelas Forças Democráticas da Síria (FDS), informa o jornal árabe Asharq Al-Awsat.


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A região ocupa uma área de aproximadamente 28 mil quilômetros quadrados, o equivalente a três vezes o tamanho do Líbano.


Militantes curdos e árabes apoiados pelos EUA avançam em Manbij, no norte da Síria (foto de arquivo)
Curdos e árabes apoiados pelos EUA avançam em Manbij, norte da Síria © AFP 2018/ DELIL SOULEIMAN

O primeiro sinal de uma mudança na posição dos EUA em relação à Síria foi revelado pelo secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, que informou sobre os planos de enviar diplomatas às áreas controladas pelas FDS para trabalharem junto com os militares. Ao menos foi isso que um alto funcionário dos EUA afirmou à edição árabe.

Da mesma maneira, Washington está promovendo uma política local mais ativa, além de proteger as áreas controladas pelas FDS e manter bases militares, o que em breve deveria levar ao reconhecimento diplomático.

Recentemente, apareceram informações sobre a criação de um novo "Exército Sírio do Norte", que incluiria formações das FDS e que seria apoiado pela coalizão dos EUA visando levar a cabo os "deveres de segurança de fronteiras" nos territórios sob seu controle. A mídia local afirmou que as milícias protegeriam as áreas ao longo da fronteira do norte da região com a Turquia.

Os Estados Unidos e seus aliados da coalizão devem fornecer à nova força assistência técnica, armas e treinamento.


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