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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
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Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

EUA têm planos obscuros para o norte da Síria, diz mídia

Washington planeja tomar "medidas concretas" para reconhecer diplomaticamente a região ao leste do rio Eufrates controlada pelas Forças Democráticas da Síria (FDS), informa o jornal árabe Asharq Al-Awsat.


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A região ocupa uma área de aproximadamente 28 mil quilômetros quadrados, o equivalente a três vezes o tamanho do Líbano.


Militantes curdos e árabes apoiados pelos EUA avançam em Manbij, no norte da Síria (foto de arquivo)
Curdos e árabes apoiados pelos EUA avançam em Manbij, norte da Síria © AFP 2018/ DELIL SOULEIMAN

O primeiro sinal de uma mudança na posição dos EUA em relação à Síria foi revelado pelo secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, que informou sobre os planos de enviar diplomatas às áreas controladas pelas FDS para trabalharem junto com os militares. Ao menos foi isso que um alto funcionário dos EUA afirmou à edição árabe.

Da mesma maneira, Washington está promovendo uma política local mais ativa, além de proteger as áreas controladas pelas FDS e manter bases militares, o que em breve deveria levar ao reconhecimento diplomático.

Recentemente, apareceram informações sobre a criação de um novo "Exército Sírio do Norte", que incluiria formações das FDS e que seria apoiado pela coalizão dos EUA visando levar a cabo os "deveres de segurança de fronteiras" nos territórios sob seu controle. A mídia local afirmou que as milícias protegeriam as áreas ao longo da fronteira do norte da região com a Turquia.

Os Estados Unidos e seus aliados da coalizão devem fornecer à nova força assistência técnica, armas e treinamento.


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