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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

EUA têm planos obscuros para o norte da Síria, diz mídia

Washington planeja tomar "medidas concretas" para reconhecer diplomaticamente a região ao leste do rio Eufrates controlada pelas Forças Democráticas da Síria (FDS), informa o jornal árabe Asharq Al-Awsat.


Sputnik

A região ocupa uma área de aproximadamente 28 mil quilômetros quadrados, o equivalente a três vezes o tamanho do Líbano.


Militantes curdos e árabes apoiados pelos EUA avançam em Manbij, no norte da Síria (foto de arquivo)
Curdos e árabes apoiados pelos EUA avançam em Manbij, norte da Síria © AFP 2018/ DELIL SOULEIMAN

O primeiro sinal de uma mudança na posição dos EUA em relação à Síria foi revelado pelo secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, que informou sobre os planos de enviar diplomatas às áreas controladas pelas FDS para trabalharem junto com os militares. Ao menos foi isso que um alto funcionário dos EUA afirmou à edição árabe.

Da mesma maneira, Washington está promovendo uma política local mais ativa, além de proteger as áreas controladas pelas FDS e manter bases militares, o que em breve deveria levar ao reconhecimento diplomático.

Recentemente, apareceram informações sobre a criação de um novo "Exército Sírio do Norte", que incluiria formações das FDS e que seria apoiado pela coalizão dos EUA visando levar a cabo os "deveres de segurança de fronteiras" nos territórios sob seu controle. A mídia local afirmou que as milícias protegeriam as áreas ao longo da fronteira do norte da região com a Turquia.

Os Estados Unidos e seus aliados da coalizão devem fornecer à nova força assistência técnica, armas e treinamento.


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