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VÍDEO mostra fragata norueguesa afundando, tendo colidido após manobras da OTAN

A mídia divulgou novos vídeo e fotos da fragata norueguesa KMN Helge Ingstad, que colidiu com o navio petroleiro Sola TS junto à costa norueguesa em circunstâncias desconhecidas ao regressar das manobras da OTAN.
Sputnik

A fragata ficou com um grande rombo a estibordo atravessando a linha de água, sete marinheiros ficaram feridos. A tripulação abandonou o navio acidentado, que depois foi rebocado para águas menos profundas para evitar seu afundamento total.


Uns dias após o acidente (8), a fragata continua parcialmente acima da superfície da água, mas está completamente assente no fundo. Mais de 10 toneladas de combustível para helicópteros vazou para o mar.

Até o momento, não há nenhumas informações sobre o estado do armamento a bordo, incluindo mísseis de cruzeiro e antiaéreos, torpedos e artilharia.

O petroleiro Sola TS, por sua parte, não sofreu nenhum dano durante a colisão.

As razões do incidente estão sendo investigadas. Entre as possíveis causas estão a navegação da fragata em reg…

'Falsa independência': militares estrangeiros ganham acesso à Ucrânia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou a lei que dá acesso ao território ucraniano para as forças armadas de outros países, incluindo os EUA, para participação em manobras multinacionais.


Sputnik

Antes, Poroshenko pediu à Suprema Rada para aprovar a decisão dele sobre acesso à Ucrânia de unidades militares estrangeiras para participarem dos exercícios da Ucrânia com os EUA, em particular, Sea Breeze 2018 e Rapid Trident 2018. A Rada aprovou o documento em 18 de janeiro.


Soldados norte-americanos na cerimônia de inauguração dos exercícios militares conjuntos, entre os EUA e Ucrânia, Fearless Guardian 2015
Militares dos EUA na Ucrânia © AFP 2018/ GENYA SAVILOV

No site oficial do parlamento ucraniano se nota que "a lei foi devolvida com assinatura do presidente". De acordo com a lei, prevê-se dar acesso a unidades militares dos EUA e outros países da OTAN (até três mil efetivos com seu armamento e equipamento militar e até seis aviões e helicópteros) por um prazo de 365 dias em janeiro-dezembro de 2018 no âmbito dos exercícios multinacionais para preparação das Forças Armadas da Ucrânia.

Supõe-se também, no âmbito dos exercícios Rapid Trident 2018, dar acesso a unidades militares dos EUA, outros membros da OTAN e participantes do programa Parceria para a Paz (até dois mil efetivos com seu armamento e equipamento militar e até 20 aviões e helicópteros) por um prazo de 16 dias em junho-novembro de 2018.

De acordo com a lei, planeja-se também realizar em 2018 três manobras multinacionais, incluindo ucraniano-romenas.

Conforme a lei ucraniana, no território do país é proibido funcionamento de quaisquer formações militares não previstas na lei. Também na Ucrânia não é permitido o estabelecimento de bases militares estrangeiras, por isso as tropas estrangeiras têm de obter de cada vez uma autorização para permanecer no território do país ao abrigo de uma lei especial.

O cientista político Semyon Uralov, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, expressou a opinião de que a presença de tropas estrangeiras na Ucrânia é algo que já existe.

"A decisão sobre o acesso de tropas estrangeiras é a constatação de um fato já existente. Ninguém esconde que, por exemplo, no polígono Yavorovsky na região de Lvov já há muito que são instaladas bases de treinamento. De fato, assistimos ao colapso da soberania e da falsa independência que resultam em uma gestão a partir do exterior e, cedo ou tarde, em uma intervenção militar."

Ele acha que Poroshenko não fez nada de novo, só legitimou o que já existe. A intervenção, opina, já ocorreu em 2014-2015, quando foram capturados os serviços secretos – nos serviços de segurança ucranianos apareceram especialistas norte-americanos, estonianos e de outros países ocidentais. Depois, no exército em Donbass surgiram os instrutores, conselheiros e mercenários.

"Agora tudo isso está sendo legitimado, mas de fato já existe há vários anos", concluiu o cientista político.


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