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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Forças Armadas da Turquia abrem fogo contra posições de curdos na Síria

As Forças Armadas da Turquia atacaram o território controlado pelas Unidades de Proteção Popular (YPG) curdas na região síria de Afrin, noroeste do país, depois de ter sido efetuado um ataque contra a zona fronteiriça da Turquia.


Sputnik

Segundo o canal de televisão turco NTV, foram realizados cerca de dez disparos de artilharia contra o território da Síria.


Tanques turcos perto da fronteira com a Síria, Turquia (foto de arquivo)
Tanques turcos na fronteira com a Síria © AFP 2018/ BULENT KILIC

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, declarou em 13 de janeiro que o exército turco poderia lançar durante a semana uma operação militar nas regiões controladas pelas YPG de Afrin e Manbij.

"Em Manbij, se não forem cumpridas as promessas [por parte dos EUA sobre a retirada das YPG] trataremos do problema pelas nossas próprias mãos. Verão o que faremos dentro de uma semana. Se os terroristas não se renderem, arrancaremos suas cabeças", declarou o presidente.

Erdogan revelou que os EUA enviaram à Síria 4.900 caminhões e cerca de 2.000 mil aviões com armas.

"Isso não é uma parceria. Vocês [os EUA] fornecem armas às YPG e ao mesmo tempo estão falando sobre aliança estratégica conosco? […] Os EUA iludem-se se acham que a cooperação com terroristas não prejudicará seus interesses nacionais", disse ele.

Anteriormente, Ancara condenou repetidamente Washington por dar apoio militar às YPG, consideradas pela Turquia como uma organização terrorista ligada ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido no país.


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