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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Fotos de satélite mostram que China concentra tropas perto de área disputada com Índia

Novas imagens de satélite revelaram que a China está construindo um enorme complexo militar a apenas alguns quilômetros do lugar do recente conflito com a Índia que durou 2,5 meses em torno da área disputada de Doklam, segundo o portal indiano The Print.


Sputnik

As novas fotos mostram que o complexo do exército chinês se encontra a cerca de 10 quilômetros da localidade onde estiveram deslocadas tropas indianas durante o impasse de verão. A construção inclui trincheiras, quartéis e múltiplos helipontos, , diz o portal. Também há cavidades parecidas com as usadas para instalar armas de artilharia, mas por enquanto estas estão desocupadas.


Presidente chinês, Xi Jinping, de pé em jipe militar inspecionando tropas do exército durante o desfile militar do 90º aniversário da criação do Exército de Libertação Popular
Presidente chinês Xi Jinping passando a tropa em revista © AP Photo/ Li Tao

Além disso, na região estão deslocadas tropas e veículos blindados chineses, incluindo um regimento completamente mecanizado supostamente de veículos de combate ZBL-09, que podem ser equipados com morteiros e complexos antiaéreos.

Comentando as construções na área de Doklam, o chefe do Estado-Maior do Exército Indiano, Bipin Rawat, qualificou estas como temporárias, acrescentando que as instalações estariam sendo construídas apenas para proteger o equipamento militar do severo inverno tibetano.

"Todos se perguntam se os chineses voltaram [para Doklam] ou se é por causa do inverno que eles não podem retirar seu equipamento. Mas nós também estamos por lá, então, caso eles cheguem, vamos enfrentá-los", afirmou.

O conflito em torno de Doklam começou em 16 de junho quando soldados do Exército Popular de Libertação da China começaram a construir uma estrada através do planalto.

Pequim chama a região de Donglang e afirma que é território tibetano e que, por isso, tem o direito de construir ali o que quiser. O Butão protestou contra a presença da China na área, e a Índia interveio na disputa deslocando suas tropas para o território disputado.

A tensão durou 10 semanas até as duas nações terem retirado suas forças em 28 de agosto após negociações.

No entanto, em outubro na mídia surgiram informações de que a China teria mantido uma significativa presença perto da região disputada, continuando a construir quartéis para militares. Porém, o chanceler indiano descartou estas notícias.

A Índia retirou suas tropas de Doklam pois não pretendia disputar a região, mas sim defender seu aliado, o Butão. Ao mesmo tempo, Deli concentrou suas forças na província de Sikkim, que tem fronteira com a China e o Butão.


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