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Militares russos tornam usina nuclear invisível

Unidades das Forças Armadas da Rússia especializadas na Defesa Radiológica, Química e Biológica tornaram invisível a usina nuclear de Smolensk, escondendo-a em uma nuvem de aerossol de grafite, disse aos repórteres na quarta-feira (19) um representante do Ministério da Defesa.
Sputnik

"Pela primeira vez, foi utilizada uma composição em forma de aerossol que opera não só na faixa visível do espectro de radiação eletromagnética mas também na de infravermelhos" - afirmou um representante.

Fluxos de gás quente à base de grafite são pulverizados a fim de criar uma cortina de camuflagem. Para criar uma nuvem de aerossol sobre uma área de dois quilômetros quadrados, foram necessárias cinco máquinas térmicas de fumaça TDA-3, informou o representante.

Os exercícios militares começaram na usina nuclear de Smolensk no dia anterior. Neles participam mais de 600 militares, pessoal civil da fábrica e mais de 200 unidades de equipamentos militares e especiais. Anteriormente, as unidades de gue…

General: Rússia agora tem 'tesouro' de informação sobre aviões furtivos dos EUA

O conflito na Síria deu à Rússia a oportunidade de aprender mais sobre os aviões furtivos dos EUA, como por exemplo o F-22 Raptor, e como eles operam, disse uma general da Força Aérea dos EUA em um briefing da Associação da Força Aérea.


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"Os céus sobre o Iraque e especialmente sobre a Síria foram realmente um tesouro para eles verem como nós operamos", disse a tenente-general da FA estadunidense VeraLinn Jamieson em 4 de janeiro.


Caça F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA
F-22 Raptor © US Air Force/Senior Airman Preston Webb

"Os nossos adversários nos observam, eles estão aprendendo conosco", acrescentou.

A general continuou, dizendo que "os russos adquiriram conhecimentos e informação inestimáveis enquanto operavam nos céus contestados da Síria juntamente conosco".

"Quando encontrávamos no ar os nossos parceiros da coalizão ocidental sempre nos encontrávamos ‘na sua cauda’, como dizem os pilotos, o que significa vitória em combate aéreo", disse Maksim Makolin, major da Força Aeroespacial russa, ainda em 28 de dezembro.

Makolin referiu especificamente a vantagem tática de perseguir o avião do oponente de uma posição benéfica por trás dele, ficando assim no seu ponto cego.

Os F-22 dos EUA e os caças Su-35 russos tiveram alguns encontros diretos no espaço aéreo sírio, mas usaram a linha de comunicação existente para evitar conflitos e situações perigosas no ar.

"Continuaremos a evitar conflitos com os russos, mas não temos intenção de operar em áreas que estão sob controle do regime [sírio]", disse no fim de dezembro Felix Gedney, major-general do exército britânico e responsável oficial na coalizão contra o Daesh (organização proibida na Rússia e vários países) liderada pelos EUA.

Além de monitorar os voos dos jatos americanos a partir do ar, a Rússia pode também 'pintar' os caças ocidentais e outros alvos aéreos usando radares de controle de fogo e reconhecimento terrestres e aéreos", disse Justin Bronk, analista de combate aéreo, ao Business Insider.

Mas enquanto a Rússia observava as táticas da FA estadunidense, os EUA também tiveram a oportunidade de ver como opera a força aérea russa no céu sírio, apontou o especialista, sublinhando que o "processo funciona em duas direções".


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