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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Hmeymim pouco protegida: o que drones terroristas podem causar?

O Ministério da Defesa da Rússia acredita ser necessário ter um bom diploma de engenharia de um dos países mais desenvolvidos do mundo para programar controladores de drones e lançamento de projéteis.


Sputnik

Ao mesmo tempo, Pentágono declarou que todo o necessário para produção de drones pode ser comprado na Internet.


Drone no céu com avião no plano de fundo
© AFP 2017/ Fabrice COFFRINI

Drones feitos à mão

Hoje em dia, é muito fácil construir um aparelho que consiga voar 50 quilômetros, basta contar com peças e experiência necessárias.

O presidente da Federação de Aviões Esportivos da Rússia, Yuri Vaschuk, ressalta que a distância de voo de drones contemporâneos é limitada apenas pela capacidade de baterias e quantidade de combustível. Vale destacar, acrescenta ele, que no início deste século, o leque de design de aviões foi aberto e ampliado.

Por exemplo, drones com sistema GPS e sensores de velocidade e de altitude são capazes de voar por uma trajetória programada e voltar para casa de forma independente. Pilotos automáticos para drones podem ser comprados por seis mil a 20 mil rublos (de 342 a 1.141 mil reais).

Especialistas notam que drones não profissionais, em comparação com os militares, possuem uma série de desvantagens que minimizam sua utilidade prática. Em particular, em caso de conflito militar, os sensores GPS "civis" são completamente inúteis, pois é pouco provável que consiga atingir uma base militar. Militares criam obstáculos através de sinais de satélites ao redor de suas instalações e pontos importantes.

Além disso, há sistemas de luta eletrônica que facilmente interceptam equipamentos tais como drones a 20 ou 30 quilômetros de distância.

Pequeno, mas poderoso

Mesmo assim, há quem acredite que tais drones possam representar uma ameaça. Praticamente todos os meios de defesa antiaérea foram criados para combater grandes alvos aéreos, e por isso estes "pequeninos" podem se tornar invulneráveis para eles.

Terroristas aperfeiçoam seu arsenal constantemente. Já usaram multicópteros, mas agora decidiram pôr em ação e aperfeiçoar drones.

O tamanho modesto e a grande quantidade de materiais imperceptíveis às ondas de rádio em sua estrutura obstaculizam a sua detecção e destruição pela defesa antiaérea, contou à Sputnik o especialista em drones Denis Fedutinov.

De acordo com representante da comunidade de designer de avião, há alguns anos, as forças especiais da Rússia perceberam possível interesse dos terroristas no uso de modelos de aviões guiados por rádio. A conclusão dos designers de drones foi a seguinte: se a instalação ou ponto estiver protegido dos sinais de GPS, a máxima distância do ataque não supera um ou dois quilômetros, sendo esta a distância de ataque dos drones mais avançados da atualidade.


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