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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Iraquianos querem os EUA fora do país após mais mortes em ataque da coalizão (VÍDEO)

Os moradores de uma cidade do Iraque relataram os detalhes cinzentos de um ataque da coalizão liderada pelos EUA que teria matado pelo menos oito iraquianos no último sábado, o que inflamou os pedidos para que as forças americanas deixassem o país. A coalizão disse que o incidente está sob investigação.


Sputnik

"Exigimos a saída das forças americanas por terem pisoteado o sangue de crianças e civis", disse Al-Sheikh Qater Al-Samawad, membro da tribo Al-Obeid em Al-Anbar, logo após o alegado ataque da coalizão.


Forças de segurança do Iraque inspecionam o local de um ataque de um carro bomba em uma rodovia perto da cidade de Nassiriya, em 14 de setembro de 2017
© REUTERS/ Essam Al-Sudani

Pelo menos oito iraquianos foram mortos e outras 20 pessoas ficaram feridas no ataque conduzido por forças de coalizão lideradas pelos EUA que operam na província de Al-Anbar, de acordo com a mídia local.

A polícia local disse que civis e policiais foram atacados injustamente por um ataque aéreo da coalizão, depois que as forças iraquianas identificaram os veículos da polícia como parte de um comboio terrorista.

O Comando de Operações Conjuntas do Iraque (JOC), que coordena a campanha do país contra o Daesh, estava no processo para retirar um líder terrorista suspeito da área quando ocorreu o ataque aéreo.

Uma testemunha do ataque descreveu o que pareceu ser um "toque duplo" — no qual aqueles que vêm em auxílio de alvos "terroristas" também são atacados. "Nós viemos com esses carros para encontrar pessoas que foram mortas ou feridas. O oficial levou a mulher ferida e a colocou no carro, depois disso, o mesmo carro foi atingido por um míssil", disse a testemunha à agência Ruptly.

"Quinze segundos após esse míssil, eles abriram fogo contra pessoas e suas casas com uma metralhadora DShK. Pouco depois disso, um míssil atingiu o carro de al-Hashd [Forças Populares e Mobilização – PMF] e a polícia foi morta", continuou.

Uma declaração do JOC alega que o ataque aéreo foi provocado por "uma troca de disparos terrestres". Um porta-voz da Coalizão disse à RT que "durante a extração do líder terrorista, um membro do Daesh teria iniciado uma troca de tiros e os líderes iraquianos pediram apoio aéreo da coalizão. Várias pessoas foram mortas e feridas durante a operação, e o incidente está sendo investigado por funcionários do Iraque e da coalizão".

A coalizão disse que "opera com permissão e em coordenação direta com o governo do Iraque e suas forças de segurança", de acordo com sua declaração. "Continuaremos trabalhando com nossos parceiros para derrotar os bolsões remanescentes de terroristas do Daesh e prevenir o ressurgimento da organização criminosa", acrescentou.




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