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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Israel aprova lei que dificulta divisão de Jerusalém

Parlamento israelense aumenta número de votos necessários para aprovar propostas de cessão de partes da Cidade Sagrada. Medida pode complicar futuros esforços de paz entre Israel e palestinos.


Deutsch Welle


O Parlamento de Israel aprovou nesta terça-feira (02/01) uma lei que dificulta a cessão de qualquer parte da cidade de Jerusalém a um poder estrangeiro num eventual futuro acordo de paz.


Jerusalém
Israel ocupou Jerusalém Oriental na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e anexou a cidade em 1980

A votação da lei, que aconteceu na madrugada e foi aprovada por uma maioria de 64 parlamentares a favor e 52 contra, é a nova versão de uma proposta de lei que discutia originalmente a possibilidade de os bairros árabes de Jerusalém serem divididos em uma autoridade municipal independente.

A legislação aumentou de 61 para 80 o número de votos necessários no Knesset de 120 assentos para aprovar propostas de entregar qualquer porção da Cidade Sagrada a "uma parte estrangeira". Ou seja, o novo texto dificulta uma divisão de Jerusalém – que os israelenses reivindicam como sua capital indivisível – num eventual acordo de paz com a Autoridade Palestina. Os palestinos, por outro lado, exigem que Jerusalém Oriental seja a capital de um suposto Estado futuro.

"O objetivo do projeto de lei é evitar concessões nas negociações diplomáticas", explicou a deputada Shuli Moalem Rafaeli, da legenda de extrema direita Lar Judaico, segundo informou a emissora Canal 2.

O ministro da Educação de Israel, Naftali Bennett, líder do partido sionista Lar Judaico, celebrou o resultado da votação. "Nós asseguramos a unidade de Jerusalém", afirmou.

Por outro lado, o parlamentar Dov Henin, da legenda oposicionista Lista Árabe Unida, afirmou que a nova legislação deveria ser chamada de "a lei para impedir a paz", enquanto o líder da oposição Isaac Herzog disse que o Lar Judaico estava levando Israel "para um terrível desastre".

A aprovação do polêmico projeto de lei ocorreu quase um mês depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, irritar palestinos, líderes do Oriente Médio e potências mundiais ao reconhecer unilateralmente Jerusalém como a capital de Israel. Washington anunciou a mudança da embaixada americana de Tel Aviv para a Cidade Sagrada.

A declaração de Trump sobre Jerusalém, que rompeu com a tradição política americana de evitar o debate sobre o status da cidade e desafiou as advertências internacionais, foi bem recebida pelo governo israelense. No entanto, enfureceu os palestinos, levando a distúrbios e enfrentamentos com soldados israelenses, nos quais 13 palestinos foram mortos.

Israel ocupou Jerusalém Oriental na Guerra dos Seis Dias, em 1967, e anexou a cidade em 1980, contra a opinião da comunidade internacional, que se nega a reconhecer a cidade como capital israelense com o argumento de que é um assunto a ser resolvido em negociações de paz com os palestinos.

Em dezembro, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução rejeitando a decisão unilateral de Trump de reconhecer Jerusalém como capital israelense. As resoluções do órgão não são vinculativas, mas meras mensagens de peso político.


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