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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Ministério da Defesa da Rússia comenta aproximação de Su-30 russos com F-15 da OTAN

As tripulações dos caças russos Su-30SM realizaram em 23 de novembro e 13 de dezembro voos de instrução planejados sobre águas neutras do Báltico sem violar fronteiras de terceiros países, informou o departamento de informação e comunicações do Ministério de Defesa da Rússia.


Sputnik

"O roteiro dos voos dos caças russos foi acordado com os órgãos de gestão de movimento aéreo e foi realizado em estrita conformidade com as regras internacionais de uso do espaço aéreo sem violar as fronteiras de outros países", destacou a entidade.


Caça Su-30SM da Força Aérea russa
Sukhoi Su-30SM © Sputnik/ Georgiy Zimarev

Destaca-se que "no quadro de realização dos voos, os aviões F-15 da OTAN aproximaram-se a uma distância segura aos caças russos e depois disso mudaram seu trajeto e se afastaram".

Anteriormente, o Pentágono publicou um vídeo da escolta de dois caças russos no Báltico. De acordo com a entidade militar estadunidense, a intercepção foi realizada porque os jatos russos "não transmitiram os códigos exigidos pelos controladores aéreos".

Para a escolta dos aviões foram levantados aviões da 493ª esquadrilha de caças do 48º grupo aéreo da Força Aérea dos EUA baseada na base aérea de Lakenheath no Reino Unido.

Os caças norte-americanos participam no quadro da OTAN de operações de controle do espaço aéreo da região do Báltico.


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