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Donetsk declara estar em prontidão de combate para se defender de suposta ofensiva de Kiev

Os destacamentos da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD) estão em prontidão de combate total e completamente equipados com todo o necessário para o caso de haver uma possível ofensiva das Forças Armadas da Ucrânia em Donbass, declarou aos jornalistas o vice-comandante da Milícia Popular da RPD, Eduard Basurin.
Sputnik

Anteriormente, Donetsk denunciou a preparação de um grande ataque por parte de Kiev no sul da região de Donetsk com uso de veículos blindados pesados, artilharia e lançadores múltiplos de foguetes.


Segundo dados da inteligência, a ofensiva foi programada para 14 de dezembro com o objetivo final de tomar sob controle a fronteira com a Rússia. O líder da RPD, Denis Pushilin, declarou por sua vez que as forças de Donetsk estavam prontas para repelir o ataque.

"Todas as unidades militares foram colocadas em prontidão de combate total. Desde o momento em que recebemos informação sobre a preparação de uma ofensiva em grande escala do lado ucraniano, os nossos des…

Ministro britânico adverte que Moscou planeja 'matar milhares de pessoas' no país

O secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, declarou que um ataque da Rússia contra instalações de infraestrutura britânicas causaria "milhares e milhares de vítimas", citado pela revista The Telegraph.


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Segundo o ministro, Moscou está estudando possíveis pontos fracos na proteção das instalações de infraestrutura e energia do Reino Unido, incluindo gasodutos de energia procedentes da Europa continental, para causar "pânico e caos".


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Secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson | Reprodução

Kremlin pretende tomar medidas "que qualquer outro país consideraria como completamente inaceitáveis", disse Williamson.

A revista sublinha que a afirmação do ministro coincide com o início do processo de aprovação da política de defesa britânica. Durante esses cinco meses, o Ministério da Defesa do Reino Unido tentará receber mais financiamentos para evitar cortes no exército britânico.

Londres está estudando a possível redução do exército de 82 para 70 mil pessoas e o desmanche de dois navios de desembarque restantes da Marinha, pois, segundo o deputado do país, um de cada cinco soldados britânicos não é capaz de combater.

Em 15 de novembro, o ex-chefe do Comando Unido das Forças Armadas britânicas, general Richard Barrons, relatou sobre o estado lamentável do equipamento técnico do país, afirmando que este é "obsoleto há 20 anos".


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