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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Míssil balístico dos houthis pode ter atingido aeroporto de Riad

Riad ainda não comentou as informações. O alegado ataque ocorreu 10 dias após os militares sauditas terem interceptado um míssil lançado pelas forças houthis do Iêmen.


Sputnik

A agência de notícias iemenita Saba, controlada pelos rebeldes houthis, anunciou o lançamento do míssil balístico Burkan H-2 em direção ao aeroporto de Riad.


Vista geral de Riad (foto de arquivo)
Riad, Arábia Saudita © Sputnik/ Aleksandr Yuriev

O alegado ataque aconteceu 10 dias após os militares sauditas terem interceptado um míssil lançado pelos houthis iemenitas, que tinha como alvo a área civil da província saudita de Najran, situada na região sudoeste do país.

O míssil pode ter atingido seu alvo. Os oficiais da Arábia Saudita ainda não comentaram a situação.

As forças houthis vêm atacando posições da Arábia Saudita com mísseis, sendo o aeroporto de Riad um dos alvos principais dos rebeldes. Na sequência do último ataque contra ele, em 4 de novembro de 2017, a coalizão, encabeçada pela Arábia Saudita, introduziu bloqueio temporário contra portos iemenitas.

A situação no Iêmen vem se agravando desde fim de novembro, quando ex-aliado dos houthis e ex-presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, apelou para "virar a página da história" nas relações com a coalizão liderada pela Arábia Saudita. Três dias depois, Saleh foi assassinado pelas forças houthis.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita iniciou operação no Iêmen em 2015 a pedido do então presidente do país, Abd Rabbuh Mansur Hadi, depois de os rebeldes houthis terem se aliado ao ex-presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh.

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