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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

Míssil balístico dos houthis pode ter atingido aeroporto de Riad

Riad ainda não comentou as informações. O alegado ataque ocorreu 10 dias após os militares sauditas terem interceptado um míssil lançado pelas forças houthis do Iêmen.


Sputnik

A agência de notícias iemenita Saba, controlada pelos rebeldes houthis, anunciou o lançamento do míssil balístico Burkan H-2 em direção ao aeroporto de Riad.


Vista geral de Riad (foto de arquivo)
Riad, Arábia Saudita © Sputnik/ Aleksandr Yuriev

O alegado ataque aconteceu 10 dias após os militares sauditas terem interceptado um míssil lançado pelos houthis iemenitas, que tinha como alvo a área civil da província saudita de Najran, situada na região sudoeste do país.

O míssil pode ter atingido seu alvo. Os oficiais da Arábia Saudita ainda não comentaram a situação.

As forças houthis vêm atacando posições da Arábia Saudita com mísseis, sendo o aeroporto de Riad um dos alvos principais dos rebeldes. Na sequência do último ataque contra ele, em 4 de novembro de 2017, a coalizão, encabeçada pela Arábia Saudita, introduziu bloqueio temporário contra portos iemenitas.

A situação no Iêmen vem se agravando desde fim de novembro, quando ex-aliado dos houthis e ex-presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, apelou para "virar a página da história" nas relações com a coalizão liderada pela Arábia Saudita. Três dias depois, Saleh foi assassinado pelas forças houthis.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita iniciou operação no Iêmen em 2015 a pedido do então presidente do país, Abd Rabbuh Mansur Hadi, depois de os rebeldes houthis terem se aliado ao ex-presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh.

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