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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Misterioso fornecimento: como Kiev pagará por 'armas gratuitas' dos EUA?

Os EUA fornecerão à Ucrânia sistemas de mísseis Javelin gratuitamente, afirmou o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko. O especialista em ciências políticas, Semen Uralov, duvida que Washington vá fornecer armas de graça.


Sputnik

O presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, afirmou que Washington fornecerá sistemas de mísseis Javelin a Kiev por conta própria.


Lançamento a partir do sistema Javelin, foto de arquivo
Lançamento do míssil Javelin | CC0 / U.S. Army Europe / Saber Strike 2016

De acordo com comandante do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, Viktor Muzhenkov, os EUA podem fornecer mísseis nos próximos meses, enquanto Kiev está se preparando para recebê-los, treinando operadores e organizando espaço para guardar as armas dos EUA.

O especialista em ciências políticas, Semen Uralov, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, mostrou-se duvidoso quanto ao fornecimento gratuito dos EUA de material bélico à Ucrânia, assinalando que entrega de armas faça parte de um "grande negócio".

"Duvido que saibamos toda a verdade. A entrega de armas aos aliados sempre faz parte de um grande negócio, sendo raríssima a revelação do que está por trás da negociação. Por exemplo, o mistério da entrega de armas norte-americanas aos mujahidin no Afeganistão foi revelado semente agora – 30 anos depois. Do mesmo modo, estão sendo revelados fornecimentos de armas à Líbia e a outros países. Ou seja, trata-se de um grande negócio que exige silêncio", assinalou o especialista.

De acordo com ele, cedo ou tarde a Ucrânia pagará aos EUA, só que não com dinheiro.

"Quanto ao preço que se paga, os acordos podem ser de dois tipos: diretos, ou seja, quando os norte-americanos ganham dinheiro diretamente com a venda de armas, e associados, quando as armas são fornecidas por conta de ativos físicos, ou seja, de terra, portos, e assim por diante. A Ucrânia ainda possui muitos ativos materiais atraentes. Por exemplo, a infraestrutura portuária, tudo que esteja relacionado à agricultura, especialmente com a produção de gramíneas. Como eu sei, corporações norte-americanas estão ativamente operando naquela zona, o que pode fazer parte do acordo sobre ativos ucranianos. Então, em minha opinião, a presença deste esquema é bem provável", ressaltou Semen Uralov.

No ano passado, a administração de Donald Trump aprovou fornecimento de armas letais à Ucrânia, inclusive mísseis antitanque Javelin. Por sua vez, Rússia se mostra preocupada com o passo entre os dois países por poder levar ao agravamento do conflito em Donbass.


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