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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Moscou estabelece local de lançamento de drones contra sua base aérea na Síria

Edição governamental russa afirmou ter sido estabelecido o local de onde foram lançados os drones que atacaram as bases russas na Síria em 6 de janeiro.


Sputnik

Os drones que atacaram a base militar russa de Hmeymim na Síria decolaram da área sudoeste da zona de desescalada na cidade síria de Idlib, controlada pela oposição moderada, informou nesta quarta-feira (10) o jornal Krasnaya Zvezda, veículo de imprensa oficial do Ministério da Defesa russo.


Avião russo na base aérea de Hmeymim, na Síria
Sukhoi Su-30 na base aérea Hmeymim, Síria © Sputnik/ Dmitry Vinogradov

De acordo com a edição, "foi estabelecido que o lançamento de drones foi realizado do povoado de Muazzara, situado na área sudoeste da zona de desescalada de Idlib, controlada pelos grupos armados da assim chamada oposição 'moderada'".

O Ministério da Defesa russo enviou uma carta ao chefe do Estado-Maior da Turquia, general Hulusi Akar, e ao chefe da Organização Nacional de Inteligência turca, Hakan Fidan.

Segundo o Krasnaya Zvezda, estes documentos "assinalam a necessidade de Ancara cumprir suas obrigações de pôr fim às hostilidades por parte dos grupos armados turcos, bem como de incentivar os esforços de instalar postos de observação na área de desescalada de Idlib a fim de evitar ataques de drones contra qualquer objeto".

Na noite de 6 de janeiro, as bases militares de Hmeymim e de Tartus, na Síria, ambas sob administração russa, repeliram um ataque massivo de drones contra as suas instalações.


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