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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Não conseguiríamos manter nosso exército durante 6 meses sem apoio dos EUA'

Sem o apoio financeiro dos EUA, o exército afegão não conseguirá manter-se mais do que seis meses, declarou o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, em entrevista com o canal de televisão CBS.


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"Não conseguiríamos manter nosso exército por seis meses sem apoio e capacidades dos EUA", destacou.


Treinamento dos futuros soldados da Força Aérea do Afeganistão
Militares afegãos em treinamento © AP Photo/ Musadqe Sadeq

"Sim. Porque não temos dinheiro", respondeu o presidente explicando a razão.

Ao mesmo tempo, o presidente afegão sublinhou que o país "não precisa de outros [países] para conduzir suas batalhas".

De acordo com Ashraf Ghani, combatentes de 21 organizações terroristas operam no território do país.

Segundo indica o canal, em 2017 houve um período quando apenas em quatro meses mais de 4.000 policiais e militares afegãos ficaram feridos e 2.500 morreram.

Ao comentar essa situação, o presidente avisou que isso continuará até que "a segurança do Afeganistão seja garantida".

"Tão longo, quanto necessário [lutar]. Durante gerações, se for preciso", concluiu.


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