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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

'Não conseguiríamos manter nosso exército durante 6 meses sem apoio dos EUA'

Sem o apoio financeiro dos EUA, o exército afegão não conseguirá manter-se mais do que seis meses, declarou o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, em entrevista com o canal de televisão CBS.


Sputnik

"Não conseguiríamos manter nosso exército por seis meses sem apoio e capacidades dos EUA", destacou.


Treinamento dos futuros soldados da Força Aérea do Afeganistão
Militares afegãos em treinamento © AP Photo/ Musadqe Sadeq

"Sim. Porque não temos dinheiro", respondeu o presidente explicando a razão.

Ao mesmo tempo, o presidente afegão sublinhou que o país "não precisa de outros [países] para conduzir suas batalhas".

De acordo com Ashraf Ghani, combatentes de 21 organizações terroristas operam no território do país.

Segundo indica o canal, em 2017 houve um período quando apenas em quatro meses mais de 4.000 policiais e militares afegãos ficaram feridos e 2.500 morreram.

Ao comentar essa situação, o presidente avisou que isso continuará até que "a segurança do Afeganistão seja garantida".

"Tão longo, quanto necessário [lutar]. Durante gerações, se for preciso", concluiu.


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