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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Netanyahu a Palestina: 'Quem não quer discutir a paz com os EUA não quer a paz'

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesse domingo que não concordaria com as tentativas de privar os Estados Unidos do seu papel como principal mediador nas negociações de assentamentos entre Israel e Palestina.


Sputnik

"Tenho uma mensagem para Abu Mazen [pseudônimo de Mahmoud Abbas]. Não pode haver uma substituição do papel principal dos Estados Unidos no processo político. Quem não quer discutir a paz com os EUA não quer a paz", disse Netanyahu na reunião com embaixadores israelenses.


U.S. President Donald Trump and Israel’s Prime Minister Benjamin Netanyahu shake hands as they deliver remarks before a dinner at Netanyahu’s residence in Jerusalem May 22, 2017
Donald Trump e Benjamin Netanyahu © REUTERS/ Ariel Schalit/Pool

No início do mês, o líder palestino Mahmoud Abbas disse que a Palestina não reconheceria os Estados Unidos como mediadores na solução do conflito com Israel. O movimento foi feito no contexto da recente decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital israelita e de mudar a localização da embaixada estadunidense para a cidade disputada.

"Nós dizemos 'não' a Trump. Não aceitamos o chamado 'acordo do século'". Não reconheceremos os Estados Unidos como mediadores nas negociações com Israel", disse Abbas em uma reunião extraordinária do Comitê Executivo da Organização para a Libertação da Palestina.

Autoridades dos EUA sob o governo de Trump têm prometido em várias ocasiões um "acordo do século" que assegurará um processo de paz regional abrangente e irá pôr fim ao confronto israelo-palestino. No entanto, os detalhes do plano não são claros.

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