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Israel realiza novos bombardeios na Faixa de Gaza após queda de foguete

Aviação israelense atacou instalações subterrâneas em Gaza. Foguete disparado de Gaza caiu em cidade israelense sem causar vítimas.
France Presse

Aviões de guerra israelenses realizaram novos ataques na madrugada desta segunda-feira (19) na Faixa de Gaza, onde a tensão foi reduzida, mas sem dissipar todo o fantasma de um novo confronto.

A aviação israelense atacou instalações subterrâneas no sul do território do movimento palestino Hamas, afirmou em um comunicado.

Israel respondeu assim ao disparo de um foguete lançado no domingo à noite a partir da Faixa de Gaza - o segundo em 24 horas - e que caiu sem causar vítimas nas proximidades de Sderot, cidade israelense perto do enclave palestino.

O exército de Israel manteve sua política de resposta sistemática a qualquer intervenção hostil a partir dos territórios palestinos, onde travou três guerras contra o Hamas e grupos armados palestinos aliados desde 2008.

Israel usará "todos os meios à sua disposição" para garantir a segurança d…

Netanyahu a Palestina: 'Quem não quer discutir a paz com os EUA não quer a paz'

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesse domingo que não concordaria com as tentativas de privar os Estados Unidos do seu papel como principal mediador nas negociações de assentamentos entre Israel e Palestina.


Sputnik

"Tenho uma mensagem para Abu Mazen [pseudônimo de Mahmoud Abbas]. Não pode haver uma substituição do papel principal dos Estados Unidos no processo político. Quem não quer discutir a paz com os EUA não quer a paz", disse Netanyahu na reunião com embaixadores israelenses.


U.S. President Donald Trump and Israel’s Prime Minister Benjamin Netanyahu shake hands as they deliver remarks before a dinner at Netanyahu’s residence in Jerusalem May 22, 2017
Donald Trump e Benjamin Netanyahu © REUTERS/ Ariel Schalit/Pool

No início do mês, o líder palestino Mahmoud Abbas disse que a Palestina não reconheceria os Estados Unidos como mediadores na solução do conflito com Israel. O movimento foi feito no contexto da recente decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital israelita e de mudar a localização da embaixada estadunidense para a cidade disputada.

"Nós dizemos 'não' a Trump. Não aceitamos o chamado 'acordo do século'". Não reconheceremos os Estados Unidos como mediadores nas negociações com Israel", disse Abbas em uma reunião extraordinária do Comitê Executivo da Organização para a Libertação da Palestina.

Autoridades dos EUA sob o governo de Trump têm prometido em várias ocasiões um "acordo do século" que assegurará um processo de paz regional abrangente e irá pôr fim ao confronto israelo-palestino. No entanto, os detalhes do plano não são claros.

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