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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Netanyahu a Palestina: 'Quem não quer discutir a paz com os EUA não quer a paz'

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse nesse domingo que não concordaria com as tentativas de privar os Estados Unidos do seu papel como principal mediador nas negociações de assentamentos entre Israel e Palestina.


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"Tenho uma mensagem para Abu Mazen [pseudônimo de Mahmoud Abbas]. Não pode haver uma substituição do papel principal dos Estados Unidos no processo político. Quem não quer discutir a paz com os EUA não quer a paz", disse Netanyahu na reunião com embaixadores israelenses.


U.S. President Donald Trump and Israel’s Prime Minister Benjamin Netanyahu shake hands as they deliver remarks before a dinner at Netanyahu’s residence in Jerusalem May 22, 2017
Donald Trump e Benjamin Netanyahu © REUTERS/ Ariel Schalit/Pool

No início do mês, o líder palestino Mahmoud Abbas disse que a Palestina não reconheceria os Estados Unidos como mediadores na solução do conflito com Israel. O movimento foi feito no contexto da recente decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital israelita e de mudar a localização da embaixada estadunidense para a cidade disputada.

"Nós dizemos 'não' a Trump. Não aceitamos o chamado 'acordo do século'". Não reconheceremos os Estados Unidos como mediadores nas negociações com Israel", disse Abbas em uma reunião extraordinária do Comitê Executivo da Organização para a Libertação da Palestina.

Autoridades dos EUA sob o governo de Trump têm prometido em várias ocasiões um "acordo do século" que assegurará um processo de paz regional abrangente e irá pôr fim ao confronto israelo-palestino. No entanto, os detalhes do plano não são claros.

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