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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

OLP não vai mais reconhecer Israel até o mesmo status ser concedido à Palestina

O Comitê Executivo da Organização de Libertação da Palestina (OLP) decidiu congelar o reconhecimento do Estado de Israel até que se reconheça o Estado da Palestina, informou à Sputnik o conselheiro do presidente palestino, Mahmoud Abbas, Nabil Shaath.


Sputnik

O Comitê Executivo da organização se reuniu por dois dias em Ramallah para responder à proclamação de Jerusalém como a capital de Israel pelos Estados Unidos.


Presidente Palestino Mahmoud Abbas preside na reunião da Organização para a Libertação da Palestina em Ramallah
Presidente palestino Mahmoud Abbas © AFP 2018/ FADI AROURI

O relatório final diz que Israel deve reconhecer o estado palestino nas fronteiras de 4 de junho de 1967, bem como reconhecer Jerusalém Oriental como a capital palestina e pôr fim às colônias judaicas dos territórios ocupados. A OLP também declarou suspensos os acordos assinados em Oslo, Cairo e Washington para transição no conflito.

O documento também renovou a decisão de suspender a coordenação da segurança com Israel nos territórios ocupados, uma medida tomada em março de 2015, mas que o presidente Mahmoud Abbas não tem respeitado desde então. O Comitê também exortou quebrar o relacionamento de dependência econômica em relação a Israel assumido com o Acordo Econômico de Paris, a fim de criar uma economia própria.

A OLP rejeitou o "regime do apartheid" criado por Israel e a "todos os tipos de situações transitórias sugeridas pelo Estado judeu, incluindo o das fronteiras provisórias, bem como o reconhecimento de Israel como um estado judeu".


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