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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Opinião: Ucrânia 'ofereceu' segurança aos EUA

Ex-chefe do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU, sigla em ucraniano), Igor Smeshko declarou que a Ucrânia, mais do que outros países, contribuiu para o reforço de segurança nacional dos EUA.


Sputnik

"Nós [ucranianos] desistimos do terceiro potencial nuclear do mundo, fortalecendo a segurança dos Estados Unidos de tal modo, que nenhum país do mundo nunca fez em toda a história dos EUA", revelou Smeshko ao canal de televisão Newsone.


Lançamento de míssil S-200 durante exercícios militares ucranianos
Lançamento do míssil ucraniano S-200 © AP Photo/ Amir Kholousi, ISNA

Entretanto, segundo destacou, hoje as capacidades de Washington para apoiar Kiev são limitadas. Em sua opinião, nos EUA há uma maioria no Congresso comprometida com a Ucrânia em termos de compreensão e significando para todo o sistema de segurança euro-atlântico, um mundo democrático livre.

No entanto, ele destacou que "o presidente atual dos EUA [Donald Trump] tem outro ponto de vista".

Em sua opinião, Donald Trump é pragmatista e quer estabelecer "boas relações com a Rússia".

Mais cedo, o representante oficial do partido político ucraniano Frente Nacional, Anton Greschenko declarou que EUA não cumpriram suas obrigações no âmbito do Memorando de Budapeste.

O Memorando de Budapeste sobre Garantias de Segurança é um acordo político assinado em Budapeste (Hungria) em 5 de dezembro de 1994, oferecendo garantias de segurança por seus signatários com relação à adesão da Ucrânia ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. Segundo esse acordo, Kiev rejeitou possuir o armamento nuclear.


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