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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Pence adverte que EUA sairão de acordo nuclear com Irã se não houver mudanças

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, disse nesta segunda-feira que "o acordo nuclear com o Irã é um desastre" e advertiu que "os EUA se retirarão imediatamente" se o mesmo não for modificado.


EFE

"Como deixou claro o presidente (Donald) Trump, esta é a última tentativa e, caso não haja mudanças no acordo nuclear com o Irã, os Estados Unidos deixarão o acordo nuclear imediatamente", declarou o vice-presidente americano no parlamento israelense durante a visita oficial que realiza ao país.


EFE/ Ariel Schalit
Mike Pence | EFE/ Ariel Schalit

Pence destacou que o acordo nuclear firmado em 2015 "só adia o momento em que o Irã conseguirá uma arma nuclear".

O vice-presidente acrescentou que os EUA "não voltarão a certificar" o mecanismo que suspende as sanções ao Irã por seu programa nuclear e sobre o qual deve se pronunciar a cada 120 dias por imperativo legal, a não ser que o acordo seja modificado, como advertiu Trump no dia 12, a última vez em que renovou este dispositivo.

"Os EUA jamais permitirão que o Irã consiga uma arma nuclear", reiterou Pence diante do parlamento, que o explodiu em aplausos, a começar pelo premiê israelense, Benjamin Netanyahu, um forte opositor do acordo, que considera o Irã uma das principais ameaças para Israel e o resto do mundo.

O vice-presidente americano comentou que seu país "seguirá trabalhando com as nações de todo o mundo e com Israel para fazer frente ao maior Estado que dirige e patrocina o terrorismo: a República Islâmica do Irã", "uma ditadura brutal" que quer "dominar o Oriente Médio" e "semear o caos na região".

Diante disto, Pence reiterou o compromisso de seu país com "a segurança, a prosperidade e a paz", durante a visita oficial de menos de 48 horas que realiza em Israel e com a qual vai encerrar seu giro pelo Oriente Médio, que não inclui reuniões com os palestinos.


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