Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Pence anuncia abertura de embaixada dos EUA em Jerusalém antes de 2020

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, anunciou nesta segunda-feira no Knesset, o parlamento de Israel, que a mudança da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém acontecerá "antes do final do ano que vem".


EFE

"Jerusalém é a capital de Israel e como tal, (Donald) Trump deu indicações ao Departamento de Estado para iniciar os preparativos para a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém", declarou nesta segunda-feira o vice-presidente americano no parlamento israelense em um discurso que foi boicotado pelos deputados árabes-israelenses.


EFE/ Ariel Schalit
 Mike Pence e Benjamin Netanyahu | EFE/ Ariel Schalit

Os parlamentares da Lista Comum, a terceira força do parlamento e de maioria árabe, levantaram um cartaz com a fotografia do conhecido Domo da Rocha, na Cidade Velha, com a frase "Jerusalém, capital da Palestina", e foram retirados do recinto.

Pence indicou que Trump "fez história no mês passado" e tomou a decisão pelo bem "da paz".

Com este reconhecimento, Washington "prioriza os fatos sobre a ficção", já que estes "são a única base para uma paz justa e duradoura" entre palestinos e israelenses, algo com o qual os EUA "estão comprometidos", frisou o vice-presidente.

"Ao anunciar esta decisão sobre Jerusalém, o presidente pede a todas as partes que o 'status quo' seja mantido sobre os lugares sagrados", detalhou Pence.

"Como Trump deixou claro, os EUA não têm qualquer intenção de tomar posições sobre nenhuma questão final, incluindo as fronteiras concretas da soberania israelense em Jerusalém e a resolução de fronteiras em disputa", comentou o vice-presidente americano.

No dia 6 de dezembro, Trump rompeu com décadas de consenso internacional ao reconhecer Jerusalém como capital de Israel e anunciar a futura transferência da embaixada de Tel Aviv para a Cidade Sagrada, onde nenhum país mantém sua principal missão diplomática.

Os palestinos exigem a parte oriental de Jerusalém como capital de seu Estado, um território que está ocupado por Israel desde a Guerra dos Seis Dias de 1967, e que foi anexado em 1980 mesmo com a rejeição da comunidade internacional.

Desde o anúncio, os líderes palestinos insistem em rejeitar Washington como mediador, e se recusam a manter qualquer reunião com o atual governo dos EUA.


Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas