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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Pence anuncia abertura de embaixada dos EUA em Jerusalém antes de 2020

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, anunciou nesta segunda-feira no Knesset, o parlamento de Israel, que a mudança da embaixada de Tel Aviv para Jerusalém acontecerá "antes do final do ano que vem".


EFE

"Jerusalém é a capital de Israel e como tal, (Donald) Trump deu indicações ao Departamento de Estado para iniciar os preparativos para a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém", declarou nesta segunda-feira o vice-presidente americano no parlamento israelense em um discurso que foi boicotado pelos deputados árabes-israelenses.


EFE/ Ariel Schalit
 Mike Pence e Benjamin Netanyahu | EFE/ Ariel Schalit

Os parlamentares da Lista Comum, a terceira força do parlamento e de maioria árabe, levantaram um cartaz com a fotografia do conhecido Domo da Rocha, na Cidade Velha, com a frase "Jerusalém, capital da Palestina", e foram retirados do recinto.

Pence indicou que Trump "fez história no mês passado" e tomou a decisão pelo bem "da paz".

Com este reconhecimento, Washington "prioriza os fatos sobre a ficção", já que estes "são a única base para uma paz justa e duradoura" entre palestinos e israelenses, algo com o qual os EUA "estão comprometidos", frisou o vice-presidente.

"Ao anunciar esta decisão sobre Jerusalém, o presidente pede a todas as partes que o 'status quo' seja mantido sobre os lugares sagrados", detalhou Pence.

"Como Trump deixou claro, os EUA não têm qualquer intenção de tomar posições sobre nenhuma questão final, incluindo as fronteiras concretas da soberania israelense em Jerusalém e a resolução de fronteiras em disputa", comentou o vice-presidente americano.

No dia 6 de dezembro, Trump rompeu com décadas de consenso internacional ao reconhecer Jerusalém como capital de Israel e anunciar a futura transferência da embaixada de Tel Aviv para a Cidade Sagrada, onde nenhum país mantém sua principal missão diplomática.

Os palestinos exigem a parte oriental de Jerusalém como capital de seu Estado, um território que está ocupado por Israel desde a Guerra dos Seis Dias de 1967, e que foi anexado em 1980 mesmo com a rejeição da comunidade internacional.

Desde o anúncio, os líderes palestinos insistem em rejeitar Washington como mediador, e se recusam a manter qualquer reunião com o atual governo dos EUA.


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