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Israel realiza novos bombardeios na Faixa de Gaza após queda de foguete

Aviação israelense atacou instalações subterrâneas em Gaza. Foguete disparado de Gaza caiu em cidade israelense sem causar vítimas.
France Presse

Aviões de guerra israelenses realizaram novos ataques na madrugada desta segunda-feira (19) na Faixa de Gaza, onde a tensão foi reduzida, mas sem dissipar todo o fantasma de um novo confronto.

A aviação israelense atacou instalações subterrâneas no sul do território do movimento palestino Hamas, afirmou em um comunicado.

Israel respondeu assim ao disparo de um foguete lançado no domingo à noite a partir da Faixa de Gaza - o segundo em 24 horas - e que caiu sem causar vítimas nas proximidades de Sderot, cidade israelense perto do enclave palestino.

O exército de Israel manteve sua política de resposta sistemática a qualquer intervenção hostil a partir dos territórios palestinos, onde travou três guerras contra o Hamas e grupos armados palestinos aliados desde 2008.

Israel usará "todos os meios à sua disposição" para garantir a segurança d…

Planos dos EUA de militarização do espaço agravam problemas de segurança

Os planos dos EUA de posicionar armas no espaço agravam ainda mais os problemas ligados com a segurança internacional, declara o chanceler russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

Nessa conexão, o ministro das Relações Exteriores russo lembrou que a Rússia e a China têm uma iniciativa conjunta referente a um projeto do acordo que proíbe o posicionamento de armas no espaço. Ele sublinhou que foi anunciado há alguns anos na conferência da ONU dedicada ao desarmamento.


Satélite dos EUA
Satélite dos EUA | CC BY 2.0 / Força Aérea dos EUA

"Apesar de todos entenderem que se trata de uma questão atual, Washington segue elaborando planos de militarizar o espaço e de colocar armas lá, o que adicionará aos problemas de segurança internacional um novo aspecto muito negativo", indicou.

Ao mesmo tempo, o chefe da diplomacia russa destacou que a proposta conjunta da China e da Rússia "infelizmente" nunca começou a ser debatida, principalmente por causa da "posição dos EUA".

Lavrov apontou que existe outra proposta sino-russa que foi apresentada na conferência da ONU sobre desarmamento. É dedicada à prevenção de ataques terroristas químicos e biológicos. Não obstante, sua realização "é também impedida pelos esforços dos EUA".


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