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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Planos dos EUA de militarização do espaço agravam problemas de segurança

Os planos dos EUA de posicionar armas no espaço agravam ainda mais os problemas ligados com a segurança internacional, declara o chanceler russo, Sergei Lavrov.


Sputnik

Nessa conexão, o ministro das Relações Exteriores russo lembrou que a Rússia e a China têm uma iniciativa conjunta referente a um projeto do acordo que proíbe o posicionamento de armas no espaço. Ele sublinhou que foi anunciado há alguns anos na conferência da ONU dedicada ao desarmamento.


Satélite dos EUA
Satélite dos EUA | CC BY 2.0 / Força Aérea dos EUA

"Apesar de todos entenderem que se trata de uma questão atual, Washington segue elaborando planos de militarizar o espaço e de colocar armas lá, o que adicionará aos problemas de segurança internacional um novo aspecto muito negativo", indicou.

Ao mesmo tempo, o chefe da diplomacia russa destacou que a proposta conjunta da China e da Rússia "infelizmente" nunca começou a ser debatida, principalmente por causa da "posição dos EUA".

Lavrov apontou que existe outra proposta sino-russa que foi apresentada na conferência da ONU sobre desarmamento. É dedicada à prevenção de ataques terroristas químicos e biológicos. Não obstante, sua realização "é também impedida pelos esforços dos EUA".


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