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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Poderia a Rússia deixar EUA sem Internet ao cortar cabos de comunicação no Atlântico?

Um portal on-line prognosticou uma situação em que a Rússia atacaria os cabos de Internet colocados no fundo dos oceanos. O artigo foi publicado em meio às declarações do comando da OTAN sobre os riscos criados pelas atividades dos submarinos russos.


Sputnik

Ao longo de muitos anos, os altos oficiais da Marinha dos EUA têm avisado sobre as consequências catastróficas que se criariam na sequência de um provável ataque dos navios russos contra os cabos de Internet, assinala o portal Wired.


Cruzador porta-mísseis nuclear pesado Pyotr Veliky no Oceano Atlântico
Cruzador pesado porta-mísseis nuclear Pyotr Veliky | Assessoria de imprensa da Frota do Norte

Esta opinião tem sido compartilhada por seus colegas britânicos, que asseguram que tal ataque acarretaria em uma falência financeira para o país.

Além disso, a OTAN planeja restaurar um posto de comando da época da Guerra Fria, com o objetivo de defender as comunicações subaquáticas das ações hostis de Moscou, destaca o portal.

Entretanto, os autores frisam que os militares ocidentais exageram muito sobre o perigo. Cada dia, um dos 428 cabos existentes no mundo fica danificado. Na maioria dos casos, a causa são terremotos ou âncoras de navios. Porém, os internautas nem reparam nas rupturas, pois os dados são automaticamente redirecionados para outras linhas.

Por isso, assegura a edição, caso os submarinos russos cortem vários cabos no Atlântico, isto não prejudicará muito o funcionamento da rede. Mesmo se a Rússia romper todos os cabos neste oceano, o tráfego ainda pode ser redirecionado para os cabos do Pacífico.

Além disso, se a Rússia conseguir, de algum modo milagroso, deixar os EUA completamente sem Internet, os americanos poderão usar os cabos terrestres para criar a rede de comunicações dentro do seu país, resume a edição.

Mais cedo, os especialistas russos chamaram de fantasiosas as frases sobre a intenção russa de danificar os cabos no Atlântico. O especialista em assuntos militares, editor-chefe da revista Arsenal Otechestva, Viktor Murakhovsky, afirmou que Moscou tem uma oportunidade teórica de romper as comunicações subaquáticas no oceano Atlântico, porém, sua realização não passa de fruto da imaginação do Estado-Maior do exército britânico.

O porta-voz da embaixada russa no Reino Unido, por sua vez, assinalou que as declarações dos militares britânicos em relação a esta alegada "ameaça" são um pretexto para aumentar o orçamento militar.


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