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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Polônia espera 'presença mais ampla' de tropas americanas no seu território

A Polônia espera que o contingente norte-americano no país seja aumentado, declarou o ministro da Defesa polonês, Mariusz Blaszczak.


Sputnik

O ministro realizou negociações com o conselheiro do presidente Trump para a segurança nacional.


Veículos militares do Exército dos EUA cruzam a fronteira polonesa em Alszyna, na Polônia, 12 de janeiro de 2017, com destino à nova base de Zagan
Tropas dos EUA na Polônia © AP Photo/ Czarek Sokolowski

Atualmente na Polônia se encontram 4.000 militares norte-americanos, integrados na brigada dos EUA e forças multinacionais da OTAN. O anterior ministro polonês da Defesa, Antoni Macierewicz, declarou várias vezes que Polônia pretende ter duas brigadas americanas no seu território.

"Esperamos uma presença mais ampla das tropas americanas na Polônia. Garantimos que a presença será útil não apenas para a segurança da Polônia, mais para parte significativa da Europa. Estou falando da parte central da Europa de Leste", disse Blaszczak.

Ele informou também que, entre outras, foi negociada a compra de armas nos EUA "a serem integradas com os armamentos das tropas americanas".


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