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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Polônia espera 'presença mais ampla' de tropas americanas no seu território

A Polônia espera que o contingente norte-americano no país seja aumentado, declarou o ministro da Defesa polonês, Mariusz Blaszczak.


Sputnik

O ministro realizou negociações com o conselheiro do presidente Trump para a segurança nacional.


Veículos militares do Exército dos EUA cruzam a fronteira polonesa em Alszyna, na Polônia, 12 de janeiro de 2017, com destino à nova base de Zagan
Tropas dos EUA na Polônia © AP Photo/ Czarek Sokolowski

Atualmente na Polônia se encontram 4.000 militares norte-americanos, integrados na brigada dos EUA e forças multinacionais da OTAN. O anterior ministro polonês da Defesa, Antoni Macierewicz, declarou várias vezes que Polônia pretende ter duas brigadas americanas no seu território.

"Esperamos uma presença mais ampla das tropas americanas na Polônia. Garantimos que a presença será útil não apenas para a segurança da Polônia, mais para parte significativa da Europa. Estou falando da parte central da Europa de Leste", disse Blaszczak.

Ele informou também que, entre outras, foi negociada a compra de armas nos EUA "a serem integradas com os armamentos das tropas americanas".


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