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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Pyongyang pede que Seul abandone manobras com EUA para eliminar tensões

Para a Coreia do Norte, testes elevam o risco de guerra. Pedido ocorre dias depois que Seul e Washington concordaram em atrasar suas manobras militares até os jogos de Inverno.


EFE


O regime da Coreia do Norte pediu, nesta quinta-feira (11), para a Coreia do Sul que abandone suas manobras militares com os Estados Unidos, já que considera que estas são "o fator principal" que alimenta a tensão na península coreana e que eleva o risco de guerra.

Chefe da delegação norte-coreana, Ri Son Gwon aperta a mão com o seu homólogo sul-coreano Cho Myoung-gyon durante a reunião na área desmilitarizada de Panmunjom, nesta terça-feira (9) (Foto: Yonhap via REUTERS)
Chefe da delegação norte-coreana, Ri Son Gwon aperta a mão com o seu homólogo sul-coreano Cho Myoung-gyon durante a reunião na área desmilitarizada de Panmunjom, nesta terça-feira (9) (Foto: Yonhap via REUTERS)

"Se as autoridades sul-coreanas realmente querem paz, eles devem parar todo tipo de ações militares", afirmou o principal jornal norte-coreano, "Rodong Sinmun". O artigo afirma que as manobras são o principal foco de tensão e levam a Coreia "para uma fase perigosa, onde a situação pode ser imprevisível".

A petição de Pyongyang é uma das reivindicações permanentes do regime a Seul e se espera que seja posta de volta na mesa, quando os dois países retomarem as negociações militares sob o acordo alcançado na terça-feira (9), quando representantes dos dois países se encontraram pela primeira vez em dois anos. As datas das próximas negociações devem ser anunciadas por Seul nesta semana.

A demanda da Coreia do Norte ocorre poucos dias depois que Seul e Washington concordaram em atrasar suas manobras militares anuais até o fim dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, o pretexto que desencadeou um momento conciliador entre as duas Coreias.

"Antes de mais nada, devemos aliviar as graves tensões militares entre Norte e Sul e preparar um ambiente pacífico na península", disse o líder norte-coreano, Kim Jong-un, no artigo do "Rodong".

O jornal estatal norte-coreano afirma que "a tensão militar leva a um círculo vicioso de confronto" e insiste em que sua supressão "e a eliminação do risco de guerra na península coreana é uma questão importante para a unificação das pessoas e reunificação do país", que precisam realizar sem intervenção.

Neste sentido, o "Rodong Sinmun" ataca os Estados Unidos, assegurando que o país "está constantemente agravando" a situação com o objetivo de alcançar "sua ambição de supremacia mundial".

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