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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Rússia está pronta para quaisquer manobras a fim de defender interesses nacionais'

Reconhecimento aéreo dos aviões da Força Aérea dos EUA perto da Crimeia visa determinar a rapidez de reação dos sistemas de defesa antiaérea e transferir estes dados para a Ucrânia, disse à Sputnik o deputado da Duma de Estado da Rússia, Dmitry Belik.


Sputnik

Na segunda-feira (29), o Ministério da Defesa da Rússia comunicou que o avião de reconhecimento radioeletrônico ЕР-3Е Aries II da Marinha dos EUA foi interceptado pelo Su-27 sobre as águas neutras do mar Negro. A tripulação do caça russo comunicou a identificação do avião norte-americano e o acompanhou para que ele não chegasse a violar a fronteira do espaço aéreo da Rússia e para cumprimento de todas as medidas de segurança necessárias. A Marinha dos EUA se referiu à intercepção como insegura.


Caças multiuso Su-27 da esquadrilha acrobática Russkiye Vityazi durante o concurso Aviadarts 2016
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Marina Lystseva

De acordo com Belik, a façanha dos EUA visa nada mais nada menos do que criar mapas operativos para o exército ucraniano. "Eles detectam o tempo da reação da nossa defesa antiaérea, tempo de voo do interceptor, tentam saber onde estão estações de detecção distante, bem como apanhar suas frequências. Tudo isso é de interesse de apenas um cliente – Kiev oficial", declarou ele.

"Podem voar a dois metros de distância da nossa fronteira e de acordo com todos os documentos internacionais é um espaço aéreo internacional, o que significa que não violam nada, e então o nosso piloto tem que manobrar para empurrar o violador à verdadeira zona aérea internacional. […] Estamos prontos para quaisquer manobras a fim de defender os interesses nacionais e segurança da nação", adicionou Belik.

Conforme ele, não se tratou de "intercepções inseguras ou perigosas". "O nosso caça de forma brusca e correta mostrou ao avião de reconhecimento da Força Aérea dos EUA seu devido lugar no ar, nada mais que isso. Os insultos do Pentágono são inoportunos."

Uma intercepção "insegura" aconteceu no dia 1º de maio de 1960, quando as forças da defesa antiaérea da União Soviética derrubaram um avião de reconhecimento norte-americano U-2 sobre Sverdlovsk. "Hoje, o avião de reconhecimento dos EUA regressou à base, e todas as regras internacionais foram cumpridas pelos os dois lados", concluiu.


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