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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

'Rússia está pronta para quaisquer manobras a fim de defender interesses nacionais'

Reconhecimento aéreo dos aviões da Força Aérea dos EUA perto da Crimeia visa determinar a rapidez de reação dos sistemas de defesa antiaérea e transferir estes dados para a Ucrânia, disse à Sputnik o deputado da Duma de Estado da Rússia, Dmitry Belik.


Sputnik

Na segunda-feira (29), o Ministério da Defesa da Rússia comunicou que o avião de reconhecimento radioeletrônico ЕР-3Е Aries II da Marinha dos EUA foi interceptado pelo Su-27 sobre as águas neutras do mar Negro. A tripulação do caça russo comunicou a identificação do avião norte-americano e o acompanhou para que ele não chegasse a violar a fronteira do espaço aéreo da Rússia e para cumprimento de todas as medidas de segurança necessárias. A Marinha dos EUA se referiu à intercepção como insegura.


Caças multiuso Su-27 da esquadrilha acrobática Russkiye Vityazi durante o concurso Aviadarts 2016
Sukhoi Su-27 © Sputnik/ Marina Lystseva

De acordo com Belik, a façanha dos EUA visa nada mais nada menos do que criar mapas operativos para o exército ucraniano. "Eles detectam o tempo da reação da nossa defesa antiaérea, tempo de voo do interceptor, tentam saber onde estão estações de detecção distante, bem como apanhar suas frequências. Tudo isso é de interesse de apenas um cliente – Kiev oficial", declarou ele.

"Podem voar a dois metros de distância da nossa fronteira e de acordo com todos os documentos internacionais é um espaço aéreo internacional, o que significa que não violam nada, e então o nosso piloto tem que manobrar para empurrar o violador à verdadeira zona aérea internacional. […] Estamos prontos para quaisquer manobras a fim de defender os interesses nacionais e segurança da nação", adicionou Belik.

Conforme ele, não se tratou de "intercepções inseguras ou perigosas". "O nosso caça de forma brusca e correta mostrou ao avião de reconhecimento da Força Aérea dos EUA seu devido lugar no ar, nada mais que isso. Os insultos do Pentágono são inoportunos."

Uma intercepção "insegura" aconteceu no dia 1º de maio de 1960, quando as forças da defesa antiaérea da União Soviética derrubaram um avião de reconhecimento norte-americano U-2 sobre Sverdlovsk. "Hoje, o avião de reconhecimento dos EUA regressou à base, e todas as regras internacionais foram cumpridas pelos os dois lados", concluiu.


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