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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Rússia pede suspensão total do bloqueio saudita ao Iêmen

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, pediu nesta segunda-feira a suspensão total do bloqueio imposto ao Iêmen pela Arábia Saudita, ao reunir-se em Moscou com seu homólogo iemenita, Abdelmalik al Mejlafi.


EFE

"É importante conseguir a suspensão total do bloqueio marítimo e aéreo, a anulação de todas as limitações para o fornecimento de alimentos, remédios e outros bens de primeira necessidade", disse Lavrov ao final da reunião com Al Mejlafi, representante do governo iemenita respaldado pela Arábia Saudita e pela ONU.


O ministro russo das relações exteriores, Sergei Lavrov. EFE/ Maxim Shipenkov
O ministro russo das relações exteriores, Sergei Lavrov. EFE/ Maxim Shipenkov

O chefe da diplomacia russa elogiou a decisão de Riad de suspender temporariamente o bloqueio sobre o porto iemenita de Hodeida, no oeste do país, para permitir a entrada de ajuda humanitária no país árabe, no qual oito milhões de pessoas estão em risco de fome.

A coalizão saudita impôs o bloqueio total de todos os portos e aeroportos do Iêmen em novembro do ano passado, depois que os rebeldes houthis lançaram um míssil balístico contra a cidade de Riad.

Lavrov ressaltou que a Rússia mantém contatos tanto com o governo iemenita reconhecido pela ONU como com os rebeldes houthis - que controlam as áreas mais povoadas do país árabe, incluindo sua capital, Saná -, e defendeu a imediata implementação de um processo político para pôr fim à guerra.

"Confiamos que a duríssima situação humanitária estimulará a se passar das ações militares às negociações, à regulação política com participação de todas as partes iemenitas", declarou o ministro russo.

No Iêmen, quase 80% da população necessita de ajuda humanitária de forma urgente, segundo um recente relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

O conflito iemenita começou no final de 2014 quando os rebeldes houthis tomaram Saná e ganhou dimensão internacional desde que a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita começou a apoiar pouco depois o governo do presidente Abd Rabbuh Mansur al Hadi, exilado em Riad.

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