Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Rússia pede suspensão total do bloqueio saudita ao Iêmen

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, pediu nesta segunda-feira a suspensão total do bloqueio imposto ao Iêmen pela Arábia Saudita, ao reunir-se em Moscou com seu homólogo iemenita, Abdelmalik al Mejlafi.


EFE

"É importante conseguir a suspensão total do bloqueio marítimo e aéreo, a anulação de todas as limitações para o fornecimento de alimentos, remédios e outros bens de primeira necessidade", disse Lavrov ao final da reunião com Al Mejlafi, representante do governo iemenita respaldado pela Arábia Saudita e pela ONU.


O ministro russo das relações exteriores, Sergei Lavrov. EFE/ Maxim Shipenkov
O ministro russo das relações exteriores, Sergei Lavrov. EFE/ Maxim Shipenkov

O chefe da diplomacia russa elogiou a decisão de Riad de suspender temporariamente o bloqueio sobre o porto iemenita de Hodeida, no oeste do país, para permitir a entrada de ajuda humanitária no país árabe, no qual oito milhões de pessoas estão em risco de fome.

A coalizão saudita impôs o bloqueio total de todos os portos e aeroportos do Iêmen em novembro do ano passado, depois que os rebeldes houthis lançaram um míssil balístico contra a cidade de Riad.

Lavrov ressaltou que a Rússia mantém contatos tanto com o governo iemenita reconhecido pela ONU como com os rebeldes houthis - que controlam as áreas mais povoadas do país árabe, incluindo sua capital, Saná -, e defendeu a imediata implementação de um processo político para pôr fim à guerra.

"Confiamos que a duríssima situação humanitária estimulará a se passar das ações militares às negociações, à regulação política com participação de todas as partes iemenitas", declarou o ministro russo.

No Iêmen, quase 80% da população necessita de ajuda humanitária de forma urgente, segundo um recente relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

O conflito iemenita começou no final de 2014 quando os rebeldes houthis tomaram Saná e ganhou dimensão internacional desde que a coalizão árabe liderada pela Arábia Saudita começou a apoiar pouco depois o governo do presidente Abd Rabbuh Mansur al Hadi, exilado em Riad.

Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas