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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Serviços de inteligência dos EUA reconhecem que subestimaram Pyongyang

Os serviços de inteligência dos EUA reconheceram que subestimaram significativamente o potencial do programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, informou o jornal norte-americano The New York Times com referência a fontes no governo e serviços de segurança.


Sputnik

A inteligência dos EUA informou a Donald Trump, no início da sua presidência, que o processo de criação do míssil norte-coreano capaz de atingir o território dos EUA levará até quatro anos e que Washington terá bastante tempo para abrandar ou perturbar o desenvolvimento das armas.


Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte
Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte © AFP 2017/ Jung Yeon-Je

Entretanto, passado seis meses, em 3 de setembro, a Coreia do Norte realizou um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio 15 vezes mais potente do que a lançada sobre a cidade japonesa de Hiroshima em 1945. Além disso, os mísseis de Pyongyang, segundo o jornal, mostraram a capacidade de atacar o território de Guam, costa oeste dos EUA, bem como Washington.

De acordo com The New York Times, o fracasso da inteligência de prever os sucessos de Pyongyang está ligado ao fato de que segundo as previsões dos EUA, o desenvolvimento das novas armas da Coreia do Norte levará tanto tempo quanto era necessário na Guerra Fria. Os serviços de inteligência não levaram em conta que Pyongyang pode obter acesso aos projetos estrangeiros e prestaram pouca atenção aos numerosos testes de mísseis em 2016 e 2017. Para os funcionários da administração e dos serviços de inteligência norte-americanos este é "o maior erro dos EUA".

O conselheiro de Segurança Nacional, Herbert McMaster, revelou que Trump não está preocupado com o erro dos serviços de inteligência e "entende que a inteligência ideal não é possível no campo das habilidades e intenções". O jornal sublinhou que agora o presidente dos EUA enfrenta o mesmo problema que seus antecessores, mas Trump tem muito menos tempo para resolvê-lo.


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