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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Serviços de inteligência dos EUA reconhecem que subestimaram Pyongyang

Os serviços de inteligência dos EUA reconheceram que subestimaram significativamente o potencial do programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, informou o jornal norte-americano The New York Times com referência a fontes no governo e serviços de segurança.


Sputnik

A inteligência dos EUA informou a Donald Trump, no início da sua presidência, que o processo de criação do míssil norte-coreano capaz de atingir o território dos EUA levará até quatro anos e que Washington terá bastante tempo para abrandar ou perturbar o desenvolvimento das armas.


Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte
Teste da bomba de hidrogênio da Coreia do Norte © AFP 2017/ Jung Yeon-Je

Entretanto, passado seis meses, em 3 de setembro, a Coreia do Norte realizou um teste bem-sucedido de uma bomba de hidrogênio 15 vezes mais potente do que a lançada sobre a cidade japonesa de Hiroshima em 1945. Além disso, os mísseis de Pyongyang, segundo o jornal, mostraram a capacidade de atacar o território de Guam, costa oeste dos EUA, bem como Washington.

De acordo com The New York Times, o fracasso da inteligência de prever os sucessos de Pyongyang está ligado ao fato de que segundo as previsões dos EUA, o desenvolvimento das novas armas da Coreia do Norte levará tanto tempo quanto era necessário na Guerra Fria. Os serviços de inteligência não levaram em conta que Pyongyang pode obter acesso aos projetos estrangeiros e prestaram pouca atenção aos numerosos testes de mísseis em 2016 e 2017. Para os funcionários da administração e dos serviços de inteligência norte-americanos este é "o maior erro dos EUA".

O conselheiro de Segurança Nacional, Herbert McMaster, revelou que Trump não está preocupado com o erro dos serviços de inteligência e "entende que a inteligência ideal não é possível no campo das habilidades e intenções". O jornal sublinhou que agora o presidente dos EUA enfrenta o mesmo problema que seus antecessores, mas Trump tem muito menos tempo para resolvê-lo.


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