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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Sistemas russos Pantsir vão receber mísseis antidrone

Sistemas antiaéreos russos Pantsir vão receber um novo projétil desenhado especificamente para derrubar alvos menores, como mísseis e drones de fabricação caseira.


Sputnik

O novo míssil incorpora a experiência dos sistemas Pantsir na Síria e está sendo testado. Ele foi batizado de Gvozd ("prego", tradução do idioma russo) por ser de pequeno tamanho.


Pantsir-S1, sistema russo de defesa antiaérea
Pantsir S1 © Sputnik/ Sergei Subbotin

Depois da tentativa de atacar bases russas na Síria com drones, analistas militares começaram a analisar as implicações e possíveis meios de defesa para enfrentar a nova ameaça.

A Rússia conseguiu neutralizar consequências do ataque graças à combinação dos sistemas de luta radioeletrônica e os Pantsir, que comprovaram eficácia na hora de derrubar drones e projéteis.

Mesmo assim, o Ministério da Defesa da Rússia não fechou os olhos para a nova ameaça, iniciando desenvolvimento de um novo projétil, melhor adaptado para derrubar alvos pequenos, assinala o jornal russo Izvestia.

Projéteis existentes podem ser usados para atacar drones e cilindros de gás – arma popular entre os terroristas na Síria –, mas sua utilização é custosa, sendo assim, o novo míssil promete combinar eficácia e custo.

Como resultado, surgiu míssil antiaéreo guiado de tamanho e peso reduzidos que já é capaz de acertar alvos em treinamento.

A principal novidade do projétil é que tem um motor somente em sua primeira "etapa"; ao se aproximar do alvo, a ogiva se separa do impulsor com ajuda do acelerador de pólvora. A princípio, o projétil é mais simples: sacrifica o alcance ao manter uma alta manobrabilidade.

O design do novo míssil garante carregamento de até quatro projéteis no tubo de lançamento convencional do Pantsir-S1, aumentando capacidade de ataque simultâneo, comentou ao jornal russo o especialista militar Anton Lavrov.

"Normalmente, os novos projéteis antiaéreos levam alguns anos para entrar em serviço, mais é necessário levar em consideração as circunstâncias existentes."

De acordo com Anton Lavrov, tais projéteis são necessários para neutralizar ameaças enfrentadas pelas bases russas de Hmeymim e Tartus, que foram atacadas pouco tempo atrás por "drones kamikazes".


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