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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Soldado norte-coreano que desertou em novembro cometeu assassinato, diz jornal

Autoridades sul-coreanas se negaram a comentar essa informação e indicaram que o interrogatório do soldado ainda não terminou.


France Presse


O militar norte-coreano que desertou em novembro e cruzou a fronteira com a Coreia do Sul sob disparos de seu próprio exército confessou ter cometido um assassinato no norte, informou um jornal sul-coreano.

Resultado de imagem para Vídeo mostra fuga de soldado norte-coreano para Coreia do Sul
Vídeo mostra fuga de soldado norte-coreano para Coreia do Sul

As autoridades sul-coreanas se negaram a comentar essa informação e indicaram que o interrogatório do soldado de 24 anos ainda não terminou.

Ele declarou às forças de segurança que havia cometido um assassinato na Coreia do Norte, segundo o jornal conservador "Dong-A Ilbo", que cita uma fonte não identificada dos serviços de inteligência.

A deserção do soldado norte-coreano em 13 de novembro através da Zona Desmilitarizada (DMZ) ganhou as primeiras páginas dos jornais locais.

No final de novembro, foram divulgadas imagens nas quais se via vários soldados norte-coreano perseguindo o desertor e disparando em várias ocasiões contra ele, deixando-o gravemente ferido.

Um dos militares chegou, inclusive, a cruzar brevemente a linha de demarcação militar (LDM) com a Coreia do Sul antes de de voltar para seu lado. O Comando das Nações Unidas na Coreia (UNC) classificou esse ato de violação do acordo de armistício de 1953.

As duas Coreias, que seguem tecnicamente em guerra, não têm acordo de extradição.

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