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Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Trump adverte Erdogan sobre ofensiva na Síria

Presidente americano teria alertado Turquia que suas tropas devem evitar entrar em confronto direto com as forças dos EUA na região, durante combate a milícias curdas no norte sírio.


Deutsch Welle

A Casa Branca informou nesta quarta-feira (25/01) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, para que abreviasse as operações militares da Turquia no norte da Síria.


Em conversa telefônica, Trump teria advertido Erdogan para evitar confrionto entre tropas turcas e americanas
Em conversa telefônica, Trump teria advertido Erdogan para evitar confrionto entre tropas turcas e americanas

Em conversa telefônica, Trump teria alertado Erdogan que suas tropas devem evitar entrar em confronto direto com as forças americanas na região, além de pedir que a Turquia estabeleça limites para suas ações militares e evite fazer vítimas entre os civis.

Uma fonte do governo turco, porém, assegurou que a descrição da conversa entre os dois líderes, da forma como foi divulgada pela Casa Branca, "não reflete com precisão" o conteúdo do telefonema.

As operações turcas por terra e ar no enclave curdo da região de Afrin na Síria tem como alvo posições da milícia curdo-síria Unidades de Proteção do Povo (YPG), acusada por Ancara de associação com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), banido pelo governo turco por ser considerado uma organização terrorista.

Erdogan havia dito que estenderia a operação até Manbi, outro enclave dominado pelos curdos, a cerca de 100 quilômetros de Afrin. Essa operação poderia trazer riscos a forças americanas nas proximidades e ameaçar os planos de Washington para estabilizar essa parte da Síria.

Segundo um comunicado da Casa Branca, Trump teria pedido a Erdogan que "agisse como cautela e evitasse ações que pudessem gerar riscos de conflitos entre as forças turcas e americanas".

Entretanto, a fonte do governo turco citada por diversas agências de notícias negou a versão. "O presidente Trump não compartilhou 'preocupações com o agravamento da violência' em relação às operações militares em Afrin", disse, citando uma das passagens do resumo da conversa divulgado pela Casa Branca.

"A discussão entre os dois líderes sobre a Operação Ramo de Oliveira se limitou a troca de perspectivas", afirmou a fonte, que não quis se identificar.

Trump teria dito a Erdogan, em resposta a um pedido para que os EUA cessem o envio de armas ao YPG, que seu país não fornece armamentos à milícia, prometendo não voltar a fazê-lo no futuro.

Os EUA esperam utilizar o controle do YPG sobre a região para reforçar a capacidade de reavivar através da diplomacia as conversações de paz em Genebra sobre um pacto para pôr fim à guerra civil na Síria.

A Casa Branca afirma que Trump expressou preocupação com a retórica antiamericana "destrutiva e falsa" vinda da Turquia. A fonte do governo turco, porém, assegura que o presidente americano sequer utilizou essa frase durante a conversa. "Ele mencionou que as críticas abertas aos EUA geram preocupações em Washington", disse.

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