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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Trump adverte Erdogan sobre ofensiva na Síria

Presidente americano teria alertado Turquia que suas tropas devem evitar entrar em confronto direto com as forças dos EUA na região, durante combate a milícias curdas no norte sírio.


Deutsch Welle

A Casa Branca informou nesta quarta-feira (25/01) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, para que abreviasse as operações militares da Turquia no norte da Síria.


Em conversa telefônica, Trump teria advertido Erdogan para evitar confrionto entre tropas turcas e americanas
Em conversa telefônica, Trump teria advertido Erdogan para evitar confrionto entre tropas turcas e americanas

Em conversa telefônica, Trump teria alertado Erdogan que suas tropas devem evitar entrar em confronto direto com as forças americanas na região, além de pedir que a Turquia estabeleça limites para suas ações militares e evite fazer vítimas entre os civis.

Uma fonte do governo turco, porém, assegurou que a descrição da conversa entre os dois líderes, da forma como foi divulgada pela Casa Branca, "não reflete com precisão" o conteúdo do telefonema.

As operações turcas por terra e ar no enclave curdo da região de Afrin na Síria tem como alvo posições da milícia curdo-síria Unidades de Proteção do Povo (YPG), acusada por Ancara de associação com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), banido pelo governo turco por ser considerado uma organização terrorista.

Erdogan havia dito que estenderia a operação até Manbi, outro enclave dominado pelos curdos, a cerca de 100 quilômetros de Afrin. Essa operação poderia trazer riscos a forças americanas nas proximidades e ameaçar os planos de Washington para estabilizar essa parte da Síria.

Segundo um comunicado da Casa Branca, Trump teria pedido a Erdogan que "agisse como cautela e evitasse ações que pudessem gerar riscos de conflitos entre as forças turcas e americanas".

Entretanto, a fonte do governo turco citada por diversas agências de notícias negou a versão. "O presidente Trump não compartilhou 'preocupações com o agravamento da violência' em relação às operações militares em Afrin", disse, citando uma das passagens do resumo da conversa divulgado pela Casa Branca.

"A discussão entre os dois líderes sobre a Operação Ramo de Oliveira se limitou a troca de perspectivas", afirmou a fonte, que não quis se identificar.

Trump teria dito a Erdogan, em resposta a um pedido para que os EUA cessem o envio de armas ao YPG, que seu país não fornece armamentos à milícia, prometendo não voltar a fazê-lo no futuro.

Os EUA esperam utilizar o controle do YPG sobre a região para reforçar a capacidade de reavivar através da diplomacia as conversações de paz em Genebra sobre um pacto para pôr fim à guerra civil na Síria.

A Casa Branca afirma que Trump expressou preocupação com a retórica antiamericana "destrutiva e falsa" vinda da Turquia. A fonte do governo turco, porém, assegura que o presidente americano sequer utilizou essa frase durante a conversa. "Ele mencionou que as críticas abertas aos EUA geram preocupações em Washington", disse.

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