Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Exército sírio bombardeia terroristas restantes no sul do país (VIDEO)

O exército sírio retomou os ataques de artilharia maciços contra os terroristas restantes na região de Tulul al Safa no deserto de As-Suwayda, no sul do país, depois de eles terem violado a trégua, segundo uma fonte do Exército.
Sputnik

De acordo com uma fonte que falou com a Sputnik Árabe, na terça-feira (16), o Exército sírio e os terroristas que ocupam as colinas de Tulul al Safa firmaram um acordo de cessar-fogo, segundo o qual os combatentes da Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) se comprometeram a entregar as armas depois de serem cercados e sem saída.


Contudo, na manhã da quarta-feira (17) os terroristas atacaram as unidades do Exército sírio. Por sua vez, os soldados repeliram o ataque com êxito e contra-atacaram. Como resultado, dezenas de militantes foram mortos ou feridos. O Exército resolveu retomar os ataques maciços com peças de artilharia apoiadas do ar, tendo como objetivo eliminar as forças terroristas restantes até a épo…

Trump oferece ajuda dos EUA aos manifestantes no Irã. O que isso significa?

Desde o último dia 28 de dezembro, o Irã sofre uma onda repentina de protestos, a maior desde que manifestantes invadiram as ruas contrários à reeleição do então presidente Mahmoud Ahmadinejad. A origem das manifestações de 2017 e as declarações de Trump parecem indicar o desenho da política externa norte-americana na agitação do Oriente Médio.


Sputnik

As ruas da capital iraniana, Teerã, foram ocupadas por manifestantes após a replicação de um vídeo nas redes sociais em que forças de segurança pública são vistas abrindo fogo contra civis. No entanto, de acordo com a rede de notícias Al-Jazeera, as imagens replicadas são de 2009, postadas na internet em 2011. A reportagem do canal árabe mostra ainda que a pessoa responsável por postar as imagens estava localizada na Califórnia, Estados Unidos.


Manifestante em oposição ao presidente iraniano, Hassan Rouhani durante um protesto em frente ao Conselho da União Europeia em Bruxelas, na Bélgica, 3 de janeiro de 2018.
Manifestação no Irã © REUTERS/ Francois Lenoir

Outra gravação mostrando uma horda de pessoas enfrentando a polícia e foi atribuída pela conta pró-israel como sendo parte dos protestos iranianos. As imagens, no entanto, são das manifestações na Argentina contra a reforma da Previdência, filmadas no dia 18 do mês passado como pode ser visto no comparativo entre a gravação verdadeira postada em dezembro e tweet com a informação falsa (que conta, até o momento, com mais de 1,4 mil retweets). Na gravação é possível, inclusive, ouvir os manifestantes gritando em espanhol.

Ainda segundo a CNN, ao contrário dos protestos contra Ahmadinejad que focavam em esclarecer fraudes eleitorais, os atuais não possuem liderança clara e objetivos fixos. O canal de TV norte-americano noticiou que os encontros têm reunido poucos milhares de manifestantes, conduzidos por líderes religiosos que usam das queixas da população relativas à economia para desestabilizar o governo "moderado" de Hassan Rouhani.

A origem das notícias falsas não foi precisada, o que motivou Teerã a bloquear todas as redes sociais do país alegando motivos de segurança.

Apoio dos EUA

Na manhã desta quarta (3), o presidente Donald Trump usou o Twitter para demonstrar "respeito pelas pessoas do Irã que lutam contra um governo corrupto". O mandatário estadunidense aproveitou a oportunidade para prometer "grande apoio dos Estados Unidos" em época apropriada.

Anteriormente, o Departamento de Estado já tinha divulgado nota em que dizia estar "acompanhando os relatos de protestos pacíficos por cidadãos iranianos em todo o país" e afirmar que os EUA "condenam veementemente a prisão de manifestantes pacíficos" e instam "todas as nações a apoiarem publicamente o povo iraniano e suas demandas por direitos básicos e o fim da corrupção".

Em resposta aos tweets de Trump, Rohani afirmou que "as pessoas são absolutamente livres para criticar o governo", acrescentando que os protestos devem ser realizados de modo a provocar melhorias no país. O presidente iraniano também criticou Donald Trump.

"Este homem que simpatiza hoje com o nosso povo esqueceu que chamou a nação iraniana de terrorista há alguns meses. Esse homem que está contra a nação iraniana no seu núcleo não tem o direito de simpatizar com os iranianos", disse.

Oposição

Combater a política iraniana em curso é uma promessa de campanha de Donald Trump. Anteriormente, o republicano usou seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas para avaliar o governo do Irã, dizendo que "regimes opressivos não podem durar para sempre e chegará o dia em que o povo iraniano enfrentará uma escolha".

Enquanto isso, protestos anti-governamentais foram "respondidos" por manifestações pró-governo maciças no sábado. Reuniões em apoio ao governo foram realizadas em cerca de 1.200 cidades do Irã, incluindo a capital, Teerã e a segunda cidade mais populosa do país, Mashhad.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas