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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Turquia quer frustrar planos de segurança dos EUA na fronteira com a Síria

O governo da Turquia informou nesta quarta-feira que tomará todas as medidas possíveis para frustrar os planos dos Estados Unidos para formar forças de segurança na fronteira síria, declarou o Conselho de Segurança turco.


Sputnik

"A Turquia não permitirá que um corredor terrorista seja criado perto de suas fronteiras, nem um exército terrorista (a Força de Segurança da Fronteira). Todas as medidas necessárias serão tomadas a este respeito", diz o comunicado do Conselho de Segurança.


Tanques do exército turco vão ao longo da fronteira síria (foto de arquivo)
Blindados turcos se deslocando para a fronteira com a Síria © AP Photo/ Halit Onur Sandal

A nota acrescenta que "todas as armas que foram fornecidas à organização terrorista, as forças de autodefesa dos curdos sírios (YPG), devem ser coletadas e encaminhadas imediatamente".

Mais uma vez, Ancara reiterou a sua condenação ao apoio de Washington aos curdos sírios, o que os turcos vêem como uma ligação ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão turco (PKK), designado como organização terrorista na Turquia.

Ancara também ameaçou iniciar uma ofensiva contra os curdos na Síria.

Tais impasses fizeram o Conselho Nacional turco considerar que medidas devam ser tomadas imediatamente contra ameaças na fronteira com a Síria, as quais tenham potencial para ameaçar os interesses e a população da Turquia.

No mesmo comunicado, o conselho demandou que todas as armas enviadas aos curdos sírios pelos EUA sejam devolvidas sem demora, e que Ancara não irá admitir que se forme um "exército terrorista" na fronteira síria.

Plano dos EUA

Os EUA planejam criar uma força de segurança nas fronteiras na Síria, o que foi condenado pelo governo sírio de Bashar Assad, que chamou tais atividades de agressão e ocupação.

O coronel Thomas Veale, assessor de assuntos públicos da coalizão dirigida pelos EUA, disse em uma entrevista ao site The Defense Post, publicada no sábado, que a coalizão havia treinado as Forças Democráticas da Síria (SDF) para criar uma força de 30.000 homens para manter a segurança ao longo das fronteiras da Síria.

Nesta quarta-feira, o ministro de Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, disse que havia discutido o problema com o chefe do Pentágono, James Mattis.

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que os planos dos EUA para criar a força da fronteira mostram a falta de interesse de Washington em preservar a integridade da Síria.

Estado de emergência

Além disso, o Conselho de Segurança Nacional da Turquia recomendou na quarta-feira prolongar por mais três meses o estado de emergência que havia sido introduzido após o fracassado golpe de Estado em julho de 2016.

"Foi decidido propor uma extensão do estado de emergência por mais três meses", afirmou o conselho em um comunicado na sequência de uma reunião presidida pelo presidente turco Recep Tayyip Erdogan.


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