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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Unidade ultranacionalista ucraniana oculta ter recebido armas norte-americanas

A assessoria de imprensa da unidade ultranacionalista Azov da Guarda Nacional ucraniana apagou do seu site uma postagem sobre recebimento de lança-granadas norte-americanos PSRL-1.


Sputnik

"A Guarda Nacional da Ucrânia, antes da publicação mencionada acima, negou a existência de lança-granadas PSRL no regimento Azov", notou na quinta-feira (11) a agência de notícias ucraniana Unian, que percebeu desaparecimento da matéria.


Envio de cadetes da unidade ucraniana Azov à zona conflituosa no sudeste ucraniano
Unidade ucraniana Azov © Sputnik/ Aleksandr Maksimenko

O artigo publicado em 22 de julho de 2017 foi intitulado "Lança-granadas da terceira companhia militar do segundo batalhão testaram novos RPG [granada lançada por foguete]". A publicação não está mais no site, contudo, como confirmou a Sputnik, a matéria (captura da tela) permanece no cash do Google.

"Em 20 de julho, a terceira companhia militar do segundo batalhão da unidade Azov efetuou tiros com lança-granadas PSRL-1, recebidos há pouco tempo", diz-se na publicação apagada. O artigo foi publicado juntamente com três fotos de soldados com lança-granadas vestidos com uniforme da Azov.

Os militares, segundo relatórios, avaliaram tiros como "excelentes". "A vantagem dos novos lança-granadas é que a sua distância de pontaria é muito grande. Além disso, podem ser equipados com quaisquer pontarias, incluindo noturnas e térmicas", estipulava o artigo. "A desvantagem principal" seria aquecimento rápido.

Segundo comunicou anteriormente a Sputnik Polônia, referindo-se ao jornalista Yuri Butusov, a Ucrânia compra armas letais de companhias privadas. Na primeira remessa, as Forças Armadas da Ucrânia receberam espingardas Barrett M82 e M107. Também, segundo Butusov, o exército ucraniano teria recebido em abril 100 lança-granadas PSRL-1, que foram adquiridos em abril de 2017 da companhia norte-americana AirTronic.

Butusov acredita que estes fornecimentos sejam "simbólicos". Para ele, órgãos reguladores dos EUA sabiam sobre o fornecimento, mas não o impediram.

Autoridades de Kiev, ao longo de três anos, tentaram conseguir receber armas letais dos EUA. Atualmente, Washington presta assistência militar à Ucrânia, mas, por enquanto, oficialmente através de fornecimento de uniforme e munições, bem como do preparo dos soldados da Guarda Nacional da Ucrânia.

Em dezembro de 2017, a administração de Donald Trump aprovou o plano de fornecimento à Ucrânia de armas letais, incluindo mísseis antitanque. A Rússia inúmeras vezes criticou fornecimento de armas letais à Ucrânia por acreditar que a ação somente poderá agravar o conflito em Donbass.


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