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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Washington: armamos os curdos para libertar Raqqa, não para passar as armas adiante

Os Estados Unidos armaram as Forças Democráticas da Síria durante a ofensiva para libertar Raqqa, na Síria, do grupo terrorista Daesh, mas não forneceram armas a outros grupos da região, disse a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, durante uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira.


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"Os Estados Unidos forneceram armas às Forças Democráticas da Síria para uso em Raqqa, na Síria, para retomar Raqqa do ISIS [Daesh] e eles conseguiram fazê-lo", disse Nauert. "Essas armas eram específicas para essa missão, não estamos fornecendo nada a outros grupos na área".


Combatentes das Forças Democráticas da Síria (FDS) ao norte da cidade de Raqqa
Combatentes das Forças Democráticas da Síria em Raqqa © REUTERS/ Rodi Said

Recentemente, um membro do comando das Forças Democráticas da Síria foi citado pela Reuters dizendo que o grupo havia matado dezenas de forças turcas e rebeldes, aliadas ao Exército Livre da Síria desde o início da operação militar turca "Ramo de Oliveira".

Mais cedo, as Forças Democráticas da Síria anunciaram o envio de reforços para Afrin.

Em 20 de janeiro, o Estado-Maior turco anunciou o início da operação Ramo de Oliveira contra os grupos curdos na cidade síria de Afrin. No domingo (21), o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, declarou que a operação terrestre em Afrin havia começado. Além da Turquia, das ações militantes participam combatentes do Exército Livre da Síria.

Damasco condenou fortemente as ações da Turquia, frisando que Afrin é parte integrante da Síria. Moscou apelou a que todos os lados mostrem contenção e respeitem a integridade territorial síria.


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