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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
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"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Almirante norte-americano alerta sobre guerra com China

O almirante Harry Harris, chefe do Comando do Pacífico dos EUA no Havaí e indicado de Trump para embaixador norte-americano na Austrália, solicitou que Washington cooperasse mais com Camberra para conter a crescente influência da China na região da Ásia-Pacífico.


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Ele afirmou que a intenção de Pequim em dominar o mar do Sul da China é "cristalina" e que os EUA ignoram o alerta e deixam "por nossa conta e risco".


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Almirante Harry Harris | Reprodução

"Futuramente, o impressionante desenvolvimento militar da China poderá desafiar os norte-americanos em quase todos os domínios […] Se os Estados Unidos não seguirem o ritmo, [Comando do Pacífico dos EUA] lutará para competir com o Exército Popular de Libertação em futuros campos de batalha", comentou Harris.

"No final do dia, a capacidade de fazer guerra é importante para não se tornar um “tigre de papel". Espero que isso não cause conflito com a China, mas temos que estar prontos", disse.

Neste sentido, o almirante destaca a Austrália como um "aliado-chave dos EUA" e também "um dos alicerces da ordem internacional baseado em regras" que, segundo ele, a China está empenhada em minar.

"Procuro ajuda de meus parceiros australianos, admiro sua liderança em campos de batalha e em corredores de poder no mundo […] Eles são aliados-chave dos EUA e estiveram conosco em cada grande conflito desde a 1ª Guerra Mundial", enfatizou Harris.

Enquanto isso, o embaixador chinês nos EUA, Cui Tiankai, alertou que "é extremamente paranoico temer que a China, em busca do seu próprio caminho de desenvolvimento, entre em confronto com os EUA".

Recentemente o jornal chinês Global Times criticou a postura da Austrália em relação à situação no mar do Sul da China, acusando Camberra de "intromissão" na região, estando de "bajulação com os EUA" e desafiando a soberania e os interesses marítimos da China.

No inquérito de seus interesses nacionais e diplomáticos divulgados em novembro de 2017, Camberra disse que estava "particularmente preocupada com o ritmo do aumento sem precedentes das atividades dos chineses" no mar do Sul da China, que atrai a disputa de vários países.

Pequim tem defendido sua reinvindicação na área através da construção de ilhas artificias ao redor das ilhas Spratly. No ano passado, a China construiu cerca de 290 mil metros quadrados de instalações, incluindo depósitos de armazenamento subterrâneos, edifícios administrativos e grandes instalações de radar.

Com o pretexto de "liberdade de navegação", a Marinha dos Estados Unidos continua a patrulhar áreas remotas diante dos protestos chineses.

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