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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Analista: temos que estar preparados para uma intervenção militar na Venezuela

Esta é a opinião do analista venezuelano Sergio Rodriguez Gelfenstein, falando à Sputnik. Em meio a um clima de crescente tensão regional, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, respondeu ao Grupo de Lima dizendo que assistirá a VIII reunião de Cúpula das Américas, embora o convite tenha sido cancelado.


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"É parte da mesma ofensiva diplomática que, por sua vez, tenta criar condições para uma intervenção na Venezuela. Nesse quadro há medidas de caráter político, econômico, diplomático e militar. Todas elas estão a realizar-se em uníssono com os diferentes atores. Era de se esperar que isso acontecesse. De todas as formas, aqui o pior que pode acontecer é uma intervenção militar e temos que estar preparados para isso", disse à Sputnik Mundo Rodríguez Gelfenstein.


Manifestantes se olham enquanto se reúnem contra o governo do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, em Caracas
Manifestantes venezuelanos © REUTERS/ Ueslei Marcelino

O Grupo de Lima é composto pela Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. O grupo foi formado em agosto de 2017, quando dirigentes destes países assinaram a Declaração de Lima em que não reconhecem a Venezuela como país democrático e consideraram as leis aprovados pela sua Assembleia Constituinte como ilegítimas.

O Grupo de Lima apelou recentemente à Venezuela para que reconsiderasse a realização das eleições presidenciais em 22 de abril e marcasse outra data, garantindo que a consulta popular seja democrática e livre, o que não é possível em um país que tem presos políticos, líderes afastados ilegalmente da vida política e quando milhões de venezuelanos se veem impossibilitados de votar no estrangeiro.

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