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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Analista: temos que estar preparados para uma intervenção militar na Venezuela

Esta é a opinião do analista venezuelano Sergio Rodriguez Gelfenstein, falando à Sputnik. Em meio a um clima de crescente tensão regional, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, respondeu ao Grupo de Lima dizendo que assistirá a VIII reunião de Cúpula das Américas, embora o convite tenha sido cancelado.


Sputnik

"É parte da mesma ofensiva diplomática que, por sua vez, tenta criar condições para uma intervenção na Venezuela. Nesse quadro há medidas de caráter político, econômico, diplomático e militar. Todas elas estão a realizar-se em uníssono com os diferentes atores. Era de se esperar que isso acontecesse. De todas as formas, aqui o pior que pode acontecer é uma intervenção militar e temos que estar preparados para isso", disse à Sputnik Mundo Rodríguez Gelfenstein.


Manifestantes se olham enquanto se reúnem contra o governo do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, em Caracas
Manifestantes venezuelanos © REUTERS/ Ueslei Marcelino

O Grupo de Lima é composto pela Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. O grupo foi formado em agosto de 2017, quando dirigentes destes países assinaram a Declaração de Lima em que não reconhecem a Venezuela como país democrático e consideraram as leis aprovados pela sua Assembleia Constituinte como ilegítimas.

O Grupo de Lima apelou recentemente à Venezuela para que reconsiderasse a realização das eleições presidenciais em 22 de abril e marcasse outra data, garantindo que a consulta popular seja democrática e livre, o que não é possível em um país que tem presos políticos, líderes afastados ilegalmente da vida política e quando milhões de venezuelanos se veem impossibilitados de votar no estrangeiro.

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