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Analista: entrega de dados de Israel sobre abate de Il-20 significa muito para Rússia

O comandante da Força Aérea Israelense, Amikam Norkin, forneceu ao Ministério da Defesa da Rússia dados sobre o incidente com o avião russo Il-20 na Síria. Israel demonstra que não pretende perder a cooperação estabelecida com a Rússia, disse o analista político Stanislav Tarasov durante uma entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.
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Além destas informações sobre o abate da aeronave, Israel também avisou sobre "as tentativas do Irã de fortalecer sua posição na Síria e entregar armas estratégicas ao Hezbollah". Os militares observaram que é necessário continuar coordenando as ações na Síria, ressaltando a importância de respeitar os interesses dos dois países.

O avião russo Il-20 foi abatido sobre o mar Mediterrâneo no dia 17 de setembro, a 35 quilômetros da costa síria, por um míssil do sistema antiaéreo S-200 da Síria, resultando na morte de 15 militares.

Ao mesmo tempo, quatro caças F-16 atacaram instalações sírias em Latakia. De acordo com o Ministério da Defesa da…

Analista: temos que estar preparados para uma intervenção militar na Venezuela

Esta é a opinião do analista venezuelano Sergio Rodriguez Gelfenstein, falando à Sputnik. Em meio a um clima de crescente tensão regional, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, respondeu ao Grupo de Lima dizendo que assistirá a VIII reunião de Cúpula das Américas, embora o convite tenha sido cancelado.


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"É parte da mesma ofensiva diplomática que, por sua vez, tenta criar condições para uma intervenção na Venezuela. Nesse quadro há medidas de caráter político, econômico, diplomático e militar. Todas elas estão a realizar-se em uníssono com os diferentes atores. Era de se esperar que isso acontecesse. De todas as formas, aqui o pior que pode acontecer é uma intervenção militar e temos que estar preparados para isso", disse à Sputnik Mundo Rodríguez Gelfenstein.


Manifestantes se olham enquanto se reúnem contra o governo do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, em Caracas
Manifestantes venezuelanos © REUTERS/ Ueslei Marcelino

O Grupo de Lima é composto pela Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. O grupo foi formado em agosto de 2017, quando dirigentes destes países assinaram a Declaração de Lima em que não reconhecem a Venezuela como país democrático e consideraram as leis aprovados pela sua Assembleia Constituinte como ilegítimas.

O Grupo de Lima apelou recentemente à Venezuela para que reconsiderasse a realização das eleições presidenciais em 22 de abril e marcasse outra data, garantindo que a consulta popular seja democrática e livre, o que não é possível em um país que tem presos políticos, líderes afastados ilegalmente da vida política e quando milhões de venezuelanos se veem impossibilitados de votar no estrangeiro.

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