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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Analistas e autoridades israelenses veem Rússia como único país capaz de impedir guerra

As relações entre Tel Aviv e Damasco estão sendo as piores nos últimos anos, e a situação pode agravar ainda mais caso um intermediário não interfira, alertou PTVE, citando o analista israelense, Ofer Zalzberg.


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De acordo com o especialista, a Rússia é o único candidato para intermediar e, consequentemente, evitar um conflito militar de grande escala. 


Tanque antigo de Israel posicionado perto da fronteira com a Síria, 11 de fevereiro de 2018
Tanque de Israel na fronteira com a Síria © REUTERS/ Ammar Awad

"Acredito que a Rússia seja a única potência na Síria capaz de incentivar negociações entre os lados envolvidos e de diminuir os riscos de um provável confronto mais grave", afirmou ele.

Michael Oren, ex-embaixador israelense nos EUA e adjunto do primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, expressou opinião semelhante. De acordo com ele, os EUA são incapazes de se tornar intermediário para conciliação dos lados.

"A parte norte-americana da equação deveria nos dar assistência, [contudo, no momento, os EUA] quase não possuem influência na região. Os EUA não investiram na Síria. Eles estão fora do jogo", afirmou Oren à agência Bloomberg.

No sábado (10), militares israelenses declararam interceptação de um drone iraniano, que violou o espaço aéreo vindo do território sírio. Como resposta, a Força Aérea de Israel atacou a base de drones na área de Palmira, ao que Síria, por sua vez, respondeu com fogo de defesa antiaérea e derrubou um avião israelense. A tripulação conseguiu saltar da aeronave.

Mais posteriormente, foi informado que Israel realizou mais um ataque a 12 instalações militares sírias e iranianas na Síria. Damasco acusou Israel de agressão.


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