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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Analistas e autoridades israelenses veem Rússia como único país capaz de impedir guerra

As relações entre Tel Aviv e Damasco estão sendo as piores nos últimos anos, e a situação pode agravar ainda mais caso um intermediário não interfira, alertou PTVE, citando o analista israelense, Ofer Zalzberg.


Sputnik

De acordo com o especialista, a Rússia é o único candidato para intermediar e, consequentemente, evitar um conflito militar de grande escala. 


Tanque antigo de Israel posicionado perto da fronteira com a Síria, 11 de fevereiro de 2018
Tanque de Israel na fronteira com a Síria © REUTERS/ Ammar Awad

"Acredito que a Rússia seja a única potência na Síria capaz de incentivar negociações entre os lados envolvidos e de diminuir os riscos de um provável confronto mais grave", afirmou ele.

Michael Oren, ex-embaixador israelense nos EUA e adjunto do primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, expressou opinião semelhante. De acordo com ele, os EUA são incapazes de se tornar intermediário para conciliação dos lados.

"A parte norte-americana da equação deveria nos dar assistência, [contudo, no momento, os EUA] quase não possuem influência na região. Os EUA não investiram na Síria. Eles estão fora do jogo", afirmou Oren à agência Bloomberg.

No sábado (10), militares israelenses declararam interceptação de um drone iraniano, que violou o espaço aéreo vindo do território sírio. Como resposta, a Força Aérea de Israel atacou a base de drones na área de Palmira, ao que Síria, por sua vez, respondeu com fogo de defesa antiaérea e derrubou um avião israelense. A tripulação conseguiu saltar da aeronave.

Mais posteriormente, foi informado que Israel realizou mais um ataque a 12 instalações militares sírias e iranianas na Síria. Damasco acusou Israel de agressão.


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