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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Após onda de violência, prefeitura pede reforço do Exército em Angra dos Reis, RJ; 'população é refém de poder paralelo', diz prefeito

Documento foi enviado ao Governo Federal na quarta-feira (7). Além da segurança dos moradores, a prefeitura se mostra preocupada com as Usinas Nucleares


Por G1 Sul do Rio e Costa Verde

A Prefeitura de Angra dos Reis solicitou na quinta-feira (7) o reforço da Força Nacional e do Exército ao Governo Federal no município. Segundo relata o documento, Angra vive a pior crise na segurança pública, em razão do baixo efetivo policial, militar e civil.

Documento  foi enviado ao Governo Federal solicitando o reforço na segurança pública de Angra (Foto: Divulgação/Prefeitura de Angra dos Reis)
Documento foi enviado ao Governo Federal solicitando o reforço na segurança pública de Angra (Foto: Divulgação/Prefeitura de Angra dos Reis)

“A guerra do tráfico tomou conta de diversos bairros em Angra dos Reis, a exemplo: Japuíba, Areal, Belém e Frade. Apesar de diversas operações realizadas por grupamento especializados da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, o cenário, ainda, é de extrema periculosidade.”

Segundo o prefeito, com a crise no estado, as operações realizadas nas comunidades são medidas paliativas para solucionar o problema. Com a guerra de facções, os moradores se tornam 'reféns do poder paralelo', sendo obrigados a deixarem suas casas.

"Não existe nenhum prognóstico de melhoria na segurança dos munícipes, com o Estado do Rio de Janeiro conseguindo relizar somente operações esporádicas, em função do seu cenário de crise fiscal."

Além do tráfico de drogas, no documento a prefeitura chama a atenção das autoridades para o considerável aumento nos índices de furtos e roubos, mostrando preocupação para os armamentos pesados utilizados por criminosos na explosão de caixas eletrônicos.

A prefeitura também se mostrou receosa quanto as usinas nucleares que ficam no município. De acordo com eles, a guerra do tráfico pode prejudicar o plano de emergência externo para a central nuclear, já que a Rodovia Rio-Santos é uma rota de evacuação em caso de acidentes.

Conflito entre facções assusta moradores

Os moradores sofrem com o tiroteio há 14 dias por causa da guerra entre facções, que disputam o comando do tráfico de drogas local. Nos bairros Sapinhatuba I e Frade foram registrados novos tiroteios, que começaram no fim da noite de quarta-feira (7) e seguiram pela madrugada desta quinta (8).

No fim da manhã desta quinta, a Polícia Militar realizava duas operações no município. Uma delas no bairro Sapinhatuba I, em busca de traficantes envolvidos com as facções. E outra comandada pelo Batalhão de Choque, no bairro Areal.

De acordo com informações do comandante do 33º Batalhão da PM, traficantes da Sapinhatuba I e II entraram em conflito para disputar o comando do tráfico na madrugada. O objetivo da operação é reestabelecer a ordem nas localidades. Até a publicação desta reportagem, o balanço dessas ações não havia sido divulgado.

Os confrontos entre traficantes, tiroteios, operações policiais e mortes estão causando pânico, fechando escolas e ameaçando o turismo na cidade. Em algumas áreas de risco, o início das aulas foi adiado. Hotéis e pousadas estão com procura abaixo do esperado para a temporada.

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