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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Araqchi: Outro grande fracasso dos inimigos do Irã no CSNU

O vice-chanceler do Irã para Assuntos Políticos, Seyed Abas Araqchi, tem avaliado o fracasso da resolução anti iraniana do Reino Unido de outro conato inútil dos Estados Unidos e de seus aliados para condenar o Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU).


ParsToday

O diplomata do país persa fez uma denúncia hoje terça-feira no “relatório unilateral e subjetivo” dos experientes do comitê de sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) ao Iêmen e a resolução que propôs o Reino Unido com o apoio dos Estados Unidos e da França para acusar o Irã de fornecer armas ao país árabe.


Araqchi: Outro grande fracasso dos inimigos do Irã no CSNU
Vice-chanceler do Irã para Assuntos Políticos, Seyed Abas Araqchi | Reprodução

Eles, sem consultar com Teerã, se apressaram a preparar um relatório nos quais faziam seu próprio julgamento, mas têm visto a pouca influência que tem tido na opinião de outros países, explicou.

“No ano passado, o Governo dos EUA tentou em várias ocasiões converter o Irã no centro dos assuntos do Conselho de Segurança, mas fracassou uma e outra vez, já pelas provas misilísticas de Irã, já pelos distúrbios nacionais e, agora, pelo caso no Iêmen”, tem recordado.

Recordamos que os experientes da ONU concluíram no passado janeiro que Irã “violou o embargo de armas” a Iêmen e que o míssil lançado pelo Exército e as forças popular de Iêmen contra o aeroporto de Riad (Arábia Saudita) no dia 4 de novembro de 2017 foi fabricado no país persa.

Araqchi tem avaliado o que ocorreu ontem segunda-feira na sessão do CSNU como um signo de isolamento de Washington na cena internacional e o poderio da República Islâmica do Irã. Neste contexto, tem afirmado que Teerã continua com as políticas que garantam seus interesses nacionais na região do Médio Oriente.

No mês passado em dezembro, a Administração dos Estados Unidos acusou o Irã de fornecer mísseis a Ansarolá. No entanto, as autoridades iranianas têm recusado estas imputações, afirmando que o Irã jamais enviou armamentos ao Iêmen, um país ao que nem sequer podem ser enviado medicamentos pelo estado por causa do lugar em que se encontra.

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