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Analista: entrega de dados de Israel sobre abate de Il-20 significa muito para Rússia

O comandante da Força Aérea Israelense, Amikam Norkin, forneceu ao Ministério da Defesa da Rússia dados sobre o incidente com o avião russo Il-20 na Síria. Israel demonstra que não pretende perder a cooperação estabelecida com a Rússia, disse o analista político Stanislav Tarasov durante uma entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.
Sputnik

Além destas informações sobre o abate da aeronave, Israel também avisou sobre "as tentativas do Irã de fortalecer sua posição na Síria e entregar armas estratégicas ao Hezbollah". Os militares observaram que é necessário continuar coordenando as ações na Síria, ressaltando a importância de respeitar os interesses dos dois países.

O avião russo Il-20 foi abatido sobre o mar Mediterrâneo no dia 17 de setembro, a 35 quilômetros da costa síria, por um míssil do sistema antiaéreo S-200 da Síria, resultando na morte de 15 militares.

Ao mesmo tempo, quatro caças F-16 atacaram instalações sírias em Latakia. De acordo com o Ministério da Defesa da…

Araqchi: Outro grande fracasso dos inimigos do Irã no CSNU

O vice-chanceler do Irã para Assuntos Políticos, Seyed Abas Araqchi, tem avaliado o fracasso da resolução anti iraniana do Reino Unido de outro conato inútil dos Estados Unidos e de seus aliados para condenar o Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU).


ParsToday

O diplomata do país persa fez uma denúncia hoje terça-feira no “relatório unilateral e subjetivo” dos experientes do comitê de sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) ao Iêmen e a resolução que propôs o Reino Unido com o apoio dos Estados Unidos e da França para acusar o Irã de fornecer armas ao país árabe.


Araqchi: Outro grande fracasso dos inimigos do Irã no CSNU
Vice-chanceler do Irã para Assuntos Políticos, Seyed Abas Araqchi | Reprodução

Eles, sem consultar com Teerã, se apressaram a preparar um relatório nos quais faziam seu próprio julgamento, mas têm visto a pouca influência que tem tido na opinião de outros países, explicou.

“No ano passado, o Governo dos EUA tentou em várias ocasiões converter o Irã no centro dos assuntos do Conselho de Segurança, mas fracassou uma e outra vez, já pelas provas misilísticas de Irã, já pelos distúrbios nacionais e, agora, pelo caso no Iêmen”, tem recordado.

Recordamos que os experientes da ONU concluíram no passado janeiro que Irã “violou o embargo de armas” a Iêmen e que o míssil lançado pelo Exército e as forças popular de Iêmen contra o aeroporto de Riad (Arábia Saudita) no dia 4 de novembro de 2017 foi fabricado no país persa.

Araqchi tem avaliado o que ocorreu ontem segunda-feira na sessão do CSNU como um signo de isolamento de Washington na cena internacional e o poderio da República Islâmica do Irã. Neste contexto, tem afirmado que Teerã continua com as políticas que garantam seus interesses nacionais na região do Médio Oriente.

No mês passado em dezembro, a Administração dos Estados Unidos acusou o Irã de fornecer mísseis a Ansarolá. No entanto, as autoridades iranianas têm recusado estas imputações, afirmando que o Irã jamais enviou armamentos ao Iêmen, um país ao que nem sequer podem ser enviado medicamentos pelo estado por causa do lugar em que se encontra.

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