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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Argentina recebe oferta de caças Mirage 2000 usados

A Força Aérea Argentina (FAA) recebeu uma oferta formal de 20 a 24 caças Mirage 2000C S5-2C, dos estoques do Exército do Ar francês.


Por Roberto Lopes | Poder Aéreo

Os valores envolvidos no negócio não foram divulgados, mas segundo as primeiras informações que alcançaram a Comissão de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados argentina, a hora de voo de uma dessas aeronaves tem um custo que é considerado um custo elevado para a FAA.


Mirage 2000

Os aviões disponibilizados se encontram, atualmente, na Base Aérea 279 Lieutenant Beau, em Châteaudun, na Região Centro-Norte da França.

O governo de Paris acena com a possibilidade de repassar um primeiro lote de 12 exemplares – revisados e dotados de pacotes de suprimentos e treinamento – em fins de 2019, e outro, de 8 a 12 unidades, em 2020.

A concretização dessa operação comercial permitiria à FAA desmobilizar seu plano de obter peças de reposição para os jatos A-4 Fightinghawk que ela opera desde os anos de 1990, e tenta agora manter, pelo menos, em condições de voo.

Atualmente há sete Fightinghawks aptos a decolar, e mais seis que aguardam os cartuchos de ativação dos assentos ejetáveis dos pilotos, além de uma aeronave biplace que se encontra em modernização no principal complexo de manutenção da FAA: a Área de Material de Rio Cuarto, segunda cidade mais importante da Província de Córdoba.

Antes de surgir a perspectiva dos Mirages 2000 de 2ª mão, os militares argentinos previam ter que lidar com os seus Skyhawks até o ano de 2021…

Pampa GT – Com o intuito de reforçar a capacidade de treinamento dos seus pilotos de combate, a FAA, semana passada, acertou a compra de três jatos subsônicos Pampa III Block 1 – células AV-1028, AV-1029 e AV-1030, fabricadas na Fábrica Argentina de Aviões, também sediada em Córdoba.

Pampa III

O Pampa é a versão argentina do Alpha Jet europeu, um must das Aviações Militares da Alemanha e da França nos anos de 1970. A FAA opera a aeronave desde fins da década de 1980.

Evolução do Pampa II, o demonstrador do modelo III Block 1 foi apresentado em outubro de 2013. Os jatos de série estão saindo com painéis digitais multifuncionais suplementares e um sistema desenvolvido pela Elbit de Israel, que transfere ao capacete do piloto as informações de navegação e de uso do armamento. O protótipo do avião fez seu voo inaugural a 18 de agosto de 2015.

A FAA encomendou um lote inicial de 18 Pampas III (3+15) e planeja, para o futuro, confirmar uma partida de jatos mais dedicados à interceptação aérea leve e ao ataque ao solo: o chamado Pampa III GT (Generación Táctica) – equipado com mísseis ar-ar de curto alcance, canhão embutido na fuselagem e radar de tiro avançado.

CBCAM – Em outra frente de atuação, a FAA mantém uma delegação nos Estados Unidos negociando a transferência de um segundo lote de quatro treinadores T-6C Texan. Os primeiros quatro chegaram à Escola de Aviação Militar argentina no ano passado. A previsão é de que os novos aviões possam ser transferidos no mês de junho.

As oito unidades darão melhor fluxo ao Curso Básico Conjunto de Aviador Militar (CBCAM), liberando os turboélices Tucano para uma atividade mais propriamente militar.

Os integrantes da comissão que trabalham em solo americano também negociam a aquisição de um simulador, que reforçaria a aplicação dos ensinamentos do CBCAM, e de um lote final de quatro Texans, que poderiam chegar à Argentina dentro do primeiro trimestre de 2019.

Os oito Tucanos argentinos hoje empregados em missões de Instrução serão transferidos à Base Aérea da cidade de Reconquista, sede da III Brigada Aérea, na Província de Santa Fé, para compor, juntamente com alguns bimotores Pucara, de ataque ao solo, uma unidade aérea disponível para combater ilícitos transfronteiriços, como o narcotráfico e o contrabando de armas.

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