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Chefe da ONU diz que é essencial evitar escalada de tensões no Irã

O chefe da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, alertou neste domingo que é essencial evitar “qualquer forma de escalada” das tensões no Golfo, em meio a temores de um conflito após a derrubada de um drone norte-americano pelo Irã na semana passada.
Por Catarina Demony | Reuters

LISBOA (Reuters) - “O mundo não pode permitir um grande confronto no Golfo”, disse Guterres, nos bastidores da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, em Lisboa . “Todos devem manter nervos de aço.”

Na quinta-feira, um míssil iraniano destruiu um drone de vigilância dos EUA, em um incidente que o governo norte-americano disse que aconteceu no espaço aéreo internacional.

Trump disse mais tarde que ordenou o cancelamento de um ataque militar em retaliação pela ação que poderia ter resultado em 150 mortes.

Teerã repetiu no sábado que o drone foi abatido sobre seu território e disse que responderia com firmeza a qualquer ameaça dos EUA.

Os comentários de Guterres vêm um dia depois…

Bombardeios da coalizão matam combatentes pró-regime na Síria

Cerca de 100 pessoas morreram, segundo fonte militar americana.


France Presse

A coalização liderada pelos Estados Unidos bombardeou tropas pró-governo no leste da Síria e matou dezenas de soldados, anunciou nesta quinta-feira (8) a mídia estatal síria.

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Os confrontos acontecem em um momento de grande tensão entre Washington e Damasco com o retorno das suspeitas do uso de armas químicas pelo regime de Assad e as milícias aliadas ao governo Foto: Mauricio Lima/The New York Times

Uma fonte militar americana disse à France Presse que mais de 100 membros das forças leais ao regime do presidente Bashar al-Assad morreram nos bombardeios por "legítima defesa" da coalizão antijihadista.

"Consideramos que mais de 100 membros das forças pró-regime sírias morreram em confrontos com as Forças Democráticas Sírias (os rebeldes apoiados por Washington) e as forças da coalizão", afirmou a fonte.

Já o Observatorio Sírio de Direitos Humanos, que monitora o conflito, afirma que o número de mortos é de ao menos 45.

A agência de notícias oficial SANA informou que o ataque, que prosseguiu até a madrugada desta quinta-feira (8), atingiu combatentes tribais da cidade de Khusham, na província de Deir el-Zour.

A operação teria sido motivada por um ataque desses combatentes tribais contra posições das Forças Democráticas Sírias (SDF, na sigla em inglês), grupo rebelde liderado pelos curdos e que tem o apoio de Washington.

Militares americanos disseram na noite de quarta-feira que lançaram os ataques aéreos após cerca de 500 dos combatentes pró-regime começarem o que pareceu ser um ataque coordenado a um grupo de membros das SDF e assessores americanos.

Os confrontos acontecem em um momento de grande tensão entre Washington e Damasco com o retorno das suspeitas do uso de armas químicas pelo regime Assad e pelas milícias aliadas ao governo.

A SANA classificou o ocorrido de “agressão”.

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