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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
Sputnik

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Bombardeios de aviões dos EUA matam 24 civis na Síria

Aviões da Coalizão Internacional, dirigida pelos Estados Unidos, cometeram hoje um novo massacre contra a população síria, com seus bombardeios a localidades na província de Deir Ezzor, ao norte, que causaram 24 civis mortos e dezenas de feridos.


Prensa Latina


Damasco - Fontes civis informaram que os prolongados ataques das invasoras tropas ocidentais contra concentrações de deslocados ocorreram na localidade de Dahret Elwani, no campo leste da província de Deir Ezzor.

F-15 da USAF | Reprodução

A cifra de mortos pode aumentar na medida que numerosos feridos que recebem atenção hospitalar se encontram em estado grave, precisaram as fontes.

Como consequência das agressões aéreas da Coalizão, na última segunda-feira 29 civis morreram nos povoados de Al-Shaafah e Dahret Alouni, no próprio território de Deir Ezzor, a cerca de 460 quilômetros ao norte de Damasco.

Anteriormente, no dia 20 deste mês, outros 16 moradores morreram em um semelhante massacre cometido pela Coalizão contra o povoado de Bahra, no campo oriental de Deir Ezzor.

Diante dos abusos cometidos pela aviação estadunidense contra a população civil síria, incluindo crianças e mulheres, com seus frequentes bombardeios, as autoridades de Damasco reiteraram ontem sua denúncia por esses crimes contra a Coalizão.

Em cartas enviadas à secretaria das Nações Unidas e seu Conselho de Segurança, a chancelaria síria exigiu que esse organismo mundial condene e impeça os violadores ataques da aviação de guerra da aliança internacional, que entrou e permanece de forma ilegal no território sírio desde 2015, o qual viola a soberania deste país árabe.

O governo sírio exigiu reiteradamente também que os mais de dois mil soldados dos Estados Unidos infiltrados no norte do país e na base militar norte-americana de Al-Tanf, ao sul, abandonem este território árabe.

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