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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Brasil só aceita saída pacífica para disputa entre Venezuela e Guiana, diz Jungmann

Em missão oficial à região norte da América do Sul, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, acompanhado dos ministros da Justiça, Torquato Jardim, e do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, estabeleceu acordos de cooperação com a Guiana para combate aos crimes transnacionais.



Forças Terrestres

Georgetown (Guiana) – Os compromissos abrangem parcerias no enfrentamento aos crimes de tráfico de drogas, de armas, pessoas, contrabando e descaminho.


Reprodução

Este encontro é a continuidade de uma série de reuniões bilaterais realizadas com todos os países da América do Sul, com exceção da Venezuela, cujo ministro da Defesa não respondeu a um convite feito há mais de dois meses por seu contraparte brasileiro.

Na oportunidade pautas como crimes cibernéticos, terrorismo, capacitação militar, troca de informações, atuação conjunta nas fronteiras e parceria nos sistemas de vigilância e monitoramento Sisfron e Sivam foram discutidas.

Indagado sobre o contencioso entre a Venezuela e a Guiana, na questão de Essequibo, objeto de disputa entre os dois países, o ministro Raul Jungmann declarou:

“O dissenso do Essequibo diz respeito à Venezuela e à Guiana, mas o Brasil, que possui uma das maiores fronteiras do mundo, construiu seus limites sempre por vias diplomáticas, ou recorrendo ao arbitramento, deixa sua história como um legado de que a solução pacífica para os litígios de fronteiras é fundamental para a estabilidade da região”.

Jungmann acrescentou: “Não se pode admitir, portanto, para o equilíbrio da região, qualquer saída pela força. O Brasil não aceita essa possibilidade e isso vale não só para esse dissenso, como para qualquer outro, pois esse é um princípio constitucional de nosso País”, disse o ministro.

50 anos de cooperação

Em cerimônia realizada em Baribi Benad,State House, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, recebeu a medalha Coroa do Cacique, honraria concedida pelo presidente David Granger pelo reconhecimento da Guiana ao compromisso do Ministério com a nação, com leis e tratados já definidos.

O presidente Granger destacou, durante seu discurso, que a visita da comitiva brasileira marcou o início das comemorações dos 50 anos de cooperação entre os dois países.

FONTE: Ministério da Defesa

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