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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

Brigada dos Falcões Curdos se junta à operação turca em Afrin

Segundo a mídia turca, a denominada Brigada dos Falcões Curdos, unidade da Divisão Hamza do Exército Livre da Síria (ELS), se juntou à operação Ramo de Oliveira que a Turquia está conduzindo em Afrin, no noroeste da Síria.


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"Os combatentes da brigada se instalaram em Afrin em 26 de fevereiro", disse o comandante Hassan Abdullah Kulli, citado pela agência Anadolu. "Se Deus quiser, libertaremos o nosso povo de Afrin da opressão do PKK", acrescentou o militar, se referindo ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão, considerado pela Turquia como uma organização terrorista.


Combatente do Exército Livre Sírio (foto de arquivo)
Combatente do Exército Livre da Síria © AFP 2018/ BARAA AL-HALABI

A brigada é composta por 400 combatentes curdos de Azaz e 200 árabes que prestaram assistência aos militares turcos na ofensiva contra Afrin.

No último dia 20 de janeiro, a Turquia e seus aliados do Exército Livre da Síria lançaram a operação Ramo de Oliveira, direcionada contra grupos jihadistas e as milícias curdas que controlam a região de Afrin, ao noroeste de Aleppo.

O Partido da União Democrática Curda (PYD) e seu braço armado, as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), são tratados como organizações terroristas pela Turquia por terem conexão com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido de atuar no país; os combatentes das YPG recebem o mesmo tratamento que os militantes do autodenominado Estado Islâmico, Daesh, a rede islamista considerada terrorista pelo Conselho de Segurança da OTAN e proscrita em vários países, incluindo a Rússia.

Segundo dados do Estado-Maior turco, desde o início da operação foram neutralizados um total de "2.059 terroristas do PYD, YPG e Daesh". O exército turco sofreu 33 baixas e mais de 150 feridos.

Damasco condenou a intervenção turca, enfatizando que Afrin é parte inalienável do território sírio.

A Rússia, por sua vez, apelou a todas as partes a mostrarem moderação e respeito pela integridade territorial da Síria.


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