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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Brigada dos Falcões Curdos se junta à operação turca em Afrin

Segundo a mídia turca, a denominada Brigada dos Falcões Curdos, unidade da Divisão Hamza do Exército Livre da Síria (ELS), se juntou à operação Ramo de Oliveira que a Turquia está conduzindo em Afrin, no noroeste da Síria.


Sputnik

"Os combatentes da brigada se instalaram em Afrin em 26 de fevereiro", disse o comandante Hassan Abdullah Kulli, citado pela agência Anadolu. "Se Deus quiser, libertaremos o nosso povo de Afrin da opressão do PKK", acrescentou o militar, se referindo ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão, considerado pela Turquia como uma organização terrorista.


Combatente do Exército Livre Sírio (foto de arquivo)
Combatente do Exército Livre da Síria © AFP 2018/ BARAA AL-HALABI

A brigada é composta por 400 combatentes curdos de Azaz e 200 árabes que prestaram assistência aos militares turcos na ofensiva contra Afrin.

No último dia 20 de janeiro, a Turquia e seus aliados do Exército Livre da Síria lançaram a operação Ramo de Oliveira, direcionada contra grupos jihadistas e as milícias curdas que controlam a região de Afrin, ao noroeste de Aleppo.

O Partido da União Democrática Curda (PYD) e seu braço armado, as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), são tratados como organizações terroristas pela Turquia por terem conexão com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido de atuar no país; os combatentes das YPG recebem o mesmo tratamento que os militantes do autodenominado Estado Islâmico, Daesh, a rede islamista considerada terrorista pelo Conselho de Segurança da OTAN e proscrita em vários países, incluindo a Rússia.

Segundo dados do Estado-Maior turco, desde o início da operação foram neutralizados um total de "2.059 terroristas do PYD, YPG e Daesh". O exército turco sofreu 33 baixas e mais de 150 feridos.

Damasco condenou a intervenção turca, enfatizando que Afrin é parte inalienável do território sírio.

A Rússia, por sua vez, apelou a todas as partes a mostrarem moderação e respeito pela integridade territorial da Síria.


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