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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Brigada dos Falcões Curdos se junta à operação turca em Afrin

Segundo a mídia turca, a denominada Brigada dos Falcões Curdos, unidade da Divisão Hamza do Exército Livre da Síria (ELS), se juntou à operação Ramo de Oliveira que a Turquia está conduzindo em Afrin, no noroeste da Síria.


Sputnik

"Os combatentes da brigada se instalaram em Afrin em 26 de fevereiro", disse o comandante Hassan Abdullah Kulli, citado pela agência Anadolu. "Se Deus quiser, libertaremos o nosso povo de Afrin da opressão do PKK", acrescentou o militar, se referindo ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão, considerado pela Turquia como uma organização terrorista.


Combatente do Exército Livre Sírio (foto de arquivo)
Combatente do Exército Livre da Síria © AFP 2018/ BARAA AL-HALABI

A brigada é composta por 400 combatentes curdos de Azaz e 200 árabes que prestaram assistência aos militares turcos na ofensiva contra Afrin.

No último dia 20 de janeiro, a Turquia e seus aliados do Exército Livre da Síria lançaram a operação Ramo de Oliveira, direcionada contra grupos jihadistas e as milícias curdas que controlam a região de Afrin, ao noroeste de Aleppo.

O Partido da União Democrática Curda (PYD) e seu braço armado, as Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), são tratados como organizações terroristas pela Turquia por terem conexão com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido de atuar no país; os combatentes das YPG recebem o mesmo tratamento que os militantes do autodenominado Estado Islâmico, Daesh, a rede islamista considerada terrorista pelo Conselho de Segurança da OTAN e proscrita em vários países, incluindo a Rússia.

Segundo dados do Estado-Maior turco, desde o início da operação foram neutralizados um total de "2.059 terroristas do PYD, YPG e Daesh". O exército turco sofreu 33 baixas e mais de 150 feridos.

Damasco condenou a intervenção turca, enfatizando que Afrin é parte inalienável do território sírio.

A Rússia, por sua vez, apelou a todas as partes a mostrarem moderação e respeito pela integridade territorial da Síria.


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