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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

'Cadê a coalizão?' Confira VÍDEO chocante das consequências da liberação de Mossul

Em julho de 2017, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que forças iraquianas, apoiadas pelos EUA e pela coalizão internacional, libertaram a cidade de Mossul do longo pesadelo nas mãos do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).


Sputnik

O vídeo chocante mostra devastação e destruição completa na sequência do bombardeamento fortíssimo, realizado pela coalizão encabeçada pelos EUA, durante a ofensiva pela segunda maior cidade iraquiana de Mossul. A cidade, antes próspera, está coberta por cadáveres de civis, inclusive por corpos de crianças, que a coalizão falhou em salvar, bem como por militantes que se encontram no meio do lixo e escombros de edifícios destruídos. Os cadáveres já entraram em estado de decomposição, infestando a cidade com cheiro insuportável e prejudicando saúde dos que ainda estão vivos.


Ataque aéreo contra terroristas em Mossul, Iraque (foto de arquivo)
Ataque aéreo a Mossul, Iraque © AP Photo/ Felipe Dana

"Os cadáveres estão por todos os lados; nas casas, nas ruas. O cheiro está nos matando", afirmou Nashwan Khairi, morador local de um dos distritos de Mossul.

"Cadê o governo? Cadê o governo que nos prometeu limpar a área de todos os corpos e consequência da guerra que podem prejudicar saúde e provocar doenças em todas as pessoas que estão regressando à área?", perguntou retoricamente Khairi. "Será que só sabem fazer promessas pela TV?"

O homem se mostrou preocupadíssimo com a situação na cidade, que está piorando cada vez mais, já que os residentes locais não receberam apoio algum desde a gloriosa libertação de Mossul.

Ele recordou também das promessas de Washington, qualificando-as como "mentira".

"Aqui não tem [forças da] coalizão. Cadê a coalizão? Que eles venham e falem! Quem chegou? Honestamente, ninguém. Eles estão com medo de aparecer aqui!", afirmou o homem.

Mossul foi completamente libertada dos terroristas do Daesh em julho de 2017 no resultado da operação lançada pelas forças iraquianas e a coalizão dos EUA. Segundo dados da ONU, a operação matou ao menos 2.521 civis e feriu 1.673.



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