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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

'Cadê a coalizão?' Confira VÍDEO chocante das consequências da liberação de Mossul

Em julho de 2017, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que forças iraquianas, apoiadas pelos EUA e pela coalizão internacional, libertaram a cidade de Mossul do longo pesadelo nas mãos do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).


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O vídeo chocante mostra devastação e destruição completa na sequência do bombardeamento fortíssimo, realizado pela coalizão encabeçada pelos EUA, durante a ofensiva pela segunda maior cidade iraquiana de Mossul. A cidade, antes próspera, está coberta por cadáveres de civis, inclusive por corpos de crianças, que a coalizão falhou em salvar, bem como por militantes que se encontram no meio do lixo e escombros de edifícios destruídos. Os cadáveres já entraram em estado de decomposição, infestando a cidade com cheiro insuportável e prejudicando saúde dos que ainda estão vivos.


Ataque aéreo contra terroristas em Mossul, Iraque (foto de arquivo)
Ataque aéreo a Mossul, Iraque © AP Photo/ Felipe Dana

"Os cadáveres estão por todos os lados; nas casas, nas ruas. O cheiro está nos matando", afirmou Nashwan Khairi, morador local de um dos distritos de Mossul.

"Cadê o governo? Cadê o governo que nos prometeu limpar a área de todos os corpos e consequência da guerra que podem prejudicar saúde e provocar doenças em todas as pessoas que estão regressando à área?", perguntou retoricamente Khairi. "Será que só sabem fazer promessas pela TV?"

O homem se mostrou preocupadíssimo com a situação na cidade, que está piorando cada vez mais, já que os residentes locais não receberam apoio algum desde a gloriosa libertação de Mossul.

Ele recordou também das promessas de Washington, qualificando-as como "mentira".

"Aqui não tem [forças da] coalizão. Cadê a coalizão? Que eles venham e falem! Quem chegou? Honestamente, ninguém. Eles estão com medo de aparecer aqui!", afirmou o homem.

Mossul foi completamente libertada dos terroristas do Daesh em julho de 2017 no resultado da operação lançada pelas forças iraquianas e a coalizão dos EUA. Segundo dados da ONU, a operação matou ao menos 2.521 civis e feriu 1.673.



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