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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

China espera que EUA deixem de classificar as relações internacionais como confronto

A China espera que os EUA parem de classificar as relações entre as principais potências do ponto de vista do confronto, disse o porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang.


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"Esperamos que os EUA possam (…) parar de considerar as relações entre as grandes potências através do prisma de confronto e cooperar com a Rússia e a China, bem como com a comunidade internacional para garantir a paz e a estabilidade internacionais", afirmou Geng.


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
Bandeiras da China e EUA © REUTERS/ Hyungwon Kang

Ele acrescentou que "não há segurança absoluta para nenhum país do mundo" e enfatizou que "a segurança de um país não pode ser garantida em detrimento da segurança de outros Estados".

Mais cedo, o Diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Dan Coats, disse que a Rússia e a China representam ameaça aos EUA, inclusive no campo da segurança cibernética.

Além disso, ele declarou que "tanto a Rússia como a China continuam a desenvolver armas anti-satélites (ASAT) como meio de reduzir a eficácia militar dos Estados Unidos e seus aliados".


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