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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

China espera que EUA deixem de classificar as relações internacionais como confronto

A China espera que os EUA parem de classificar as relações entre as principais potências do ponto de vista do confronto, disse o porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang.


Sputnik

"Esperamos que os EUA possam (…) parar de considerar as relações entre as grandes potências através do prisma de confronto e cooperar com a Rússia e a China, bem como com a comunidade internacional para garantir a paz e a estabilidade internacionais", afirmou Geng.


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
Bandeiras da China e EUA © REUTERS/ Hyungwon Kang

Ele acrescentou que "não há segurança absoluta para nenhum país do mundo" e enfatizou que "a segurança de um país não pode ser garantida em detrimento da segurança de outros Estados".

Mais cedo, o Diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Dan Coats, disse que a Rússia e a China representam ameaça aos EUA, inclusive no campo da segurança cibernética.

Além disso, ele declarou que "tanto a Rússia como a China continuam a desenvolver armas anti-satélites (ASAT) como meio de reduzir a eficácia militar dos Estados Unidos e seus aliados".


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