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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

'China prepara ataque surpresa em Taiwan para desafiar os EUA'

O coronel aposentado da Marinha dos Estados Unidos, Mark Cancian, confirmou a possibilidade de a China lançar um ataque a Taiwan, revelando os supostos métodos que Pequim adotaria a este respeito, desafiando os Estados Unidos, de acordo com um novo relatório.


Pars Today 

"A China lançaria um ataque surpresa contra Taiwan para evitar uma possível declaração de independência. Mas não ataca forças dos EUA no Pacífico ", disse Cancian através de um relatório publicado na quinta-feira.



No relatório intitulado “Lidar com Surpresa em Grandes Conflitos de Energia”, em inglês, e preparado para o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), Cancian diz que, em seu plano de ataque, a China não enfrentaria muita dificuldade, porque "os EUA decidiria não lançar uma contra-ofensiva "e outros aliados regionais dele" declarariam a neutralidade”.

O relatório, da mesma forma, descreve como a China poderia abrir caminho para um ataque a Taiwan, semeando o caos em seu principal aliado, os EUA.

No âmbito de um possível cenário, a China recorreria ao ataque cibernético "Assassin's Mace" para "distrair as forças dos EUA". Pequim, que até agora se absteve de usar a força militar para reunificar a ilha, ameaçou em dezembro passado invadir a Taiwan em resposta ao ato dos EUA de armar a ilha.

Laços militares e não-militares entre Taiwan e os EUA.

Eles já foram criticados e rejeitados pela China, que prometeu recuperar o controle total da área até 2020. A China afirma que Taiwan é parte de seu território, embora desde 1949, e que os taiwaneses poderiam governar como uma nação com seus ministros e políticas nacionais e estrangeiras, independentemente de Pequim.

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